Empresa cara, muito lucrativa — principal risco: sensível ao humor do mercado.
quando o volume negociado cai (juros altos, crise, medo), a receita encolhe junto.
Ver todos os riscos →A B3 é a dona da Bolsa brasileira: ganha uma taxa em cada negócio, custódia e registro. Quase-monopólio com margens enormes. Riscos: concorrente autorizado pela CVM, volume do mercado e juros altos esvaziando a renda variável.
Resumo em 2 minutos
A B3 é a companhia que opera a Bolsa de Valores brasileira. É onde se compram e vendem ações, fundos imobiliários, contratos futuros e títulos. Ela faz três coisas ao mesmo tempo: oferece o "shopping" onde os negócios acontecem (a negociação), registra e garante que cada negócio seja liquidado (a custódia e a liquidação) e cuida de boa parte da infraestrutura do mercado financeiro brasileiro. Praticamente toda ação que você vê nesta plataforma — inclusive a própria B3SA3 — é negociada dentro da B3. A B3 ganha cobrando uma pequena tarifa cada vez que alguém negocia ou guarda um ativo. São tarifas de negociação (a cada compra e venda), de pós-negociação (registro, custódia e liquidação), além de receitas com dados de mercado, listagem de empresas, registro de títulos de renda fixa e serviços de tecnologia. O modelo é parecido com o de um pedágio: ela não aposta na alta ou na queda das ações; ela cobra pelo fluxo. Por isso, quanto mais gente negocia — e quanto maior o volume — mais ela fatura.
Resumo completo
A B3 é a empresa que opera a Bolsa de Valores brasileira — onde quase todas as ações, fundos e contratos do país são negociados, inclusive a própria B3SA3. O modelo dela é de pedágio: ela cobra uma tarifa a cada negócio e a cada ativo guardado, então ganha com o VOLUME do mercado, não com a alta ou a queda das ações. Por isso tem margens muito altas, gera bastante caixa e distribui dividendos com regularidade. Seu maior diferencial é a posição quase única na infraestrutura do mercado; seu maior risco é depender do volume negociado (que cai quando os juros sobem) e ficar sob o olhar constante do regulador. Em resumo: um negócio de qualidade e margem alta, mas que respira junto com o humor da Bolsa.
Principais riscos
- Sensível ao humor do mercado: quando o volume negociado cai (juros altos, crise, medo), a receita encolhe junto.
- Risco regulatório e de tarifas: por ter posição dominante, está sob olhar constante do regulador, que pode pressionar preços.
- Ameaça de concorrência: novas plataformas ou mudanças de regra podem, no longo prazo, disputar parte do mercado.
- Risco tecnológico e operacional: uma falha de sistema ou de segurança afeta a confiança em toda a infraestrutura.
- Crescimento dependente do ciclo: em anos de juros muito altos, o investidor migra para a renda fixa e negocia menos ações.
Principais oportunidades
- Posição praticamente única: é a principal infraestrutura organizada de Bolsa do Brasil, com pouquíssima concorrência direta.
- Modelo de pedágio: cobra por cada negócio em vez de apostar na direção do mercado — receita ligada ao fluxo, não ao palpite.
- Margens altas e forte geração de caixa: é um negócio de tecnologia e tarifa, com custo marginal baixo por operação.
- Beneficia-se do crescimento estrutural: mais brasileiros investindo e mais empresas listadas tendem a aumentar o volume ao longo do tempo.
- Receitas recorrentes de custódia e dados, que dão certa previsibilidade mesmo em meses mais fracos.
B3 B3SA3 · Ação ordinária (ON)
A dona da Bolsa brasileira — a empresa por onde passam quase todos os negócios do mercado de capitais do país.
No Iniciante deixamos só o essencial aberto: veredito, resumo, riscos, oportunidades e como a empresa ganha dinheiro. Nada é removido — o resto abre a um clique.
Raio-X referência de 28/07/2026 · dados de mercado com atraso
nível: raio-x
A B3 é a empresa que opera a Bolsa de Valores brasileira — onde quase todas as ações, fundos e contratos do país são negociados, inclusive a própria B3SA3. O modelo dela é de pedágio: ela cobra uma tarifa a cada negócio e a cada ativo guardado, então ganha com o VOLUME do mercado, não com a alta ou a queda das ações. Por isso tem margens muito altas, gera bastante caixa e distribui dividendos com regularidade. Seu maior diferencial é a posição quase única na infraestrutura do mercado; seu maior risco é depender do volume negociado (que cai quando os juros sobem) e ficar sob o olhar constante do regulador. Em resumo: um negócio de qualidade e margem alta, mas que respira junto com o humor da Bolsa.
Por onde começar — os 5 pontos que importam
Ignore os 35 indicadores por enquanto. Numa infraestrutura de mercado quase-monopolista como a B3, comece por estes 5 pontos — nesta ordem.
O que a B3 faz
A B3 é a companhia que opera a Bolsa de Valores brasileira. É onde se compram e vendem ações, fundos imobiliários, contratos futuros e títulos. Ela faz três coisas ao mesmo tempo: oferece o "shopping" onde os negócios acontecem (a negociação), registra e garante que cada negócio seja liquidado (a custódia e a liquidação) e cuida de boa parte da infraestrutura do mercado financeiro brasileiro. Praticamente toda ação que você vê nesta plataforma — inclusive a própria B3SA3 — é negociada dentro da B3.
Como ela ganha dinheiro
A B3 ganha cobrando uma pequena tarifa cada vez que alguém negocia ou guarda um ativo. São tarifas de negociação (a cada compra e venda), de pós-negociação (registro, custódia e liquidação), além de receitas com dados de mercado, listagem de empresas, registro de títulos de renda fixa e serviços de tecnologia. O modelo é parecido com o de um pedágio: ela não aposta na alta ou na queda das ações; ela cobra pelo fluxo. Por isso, quanto mais gente negocia — e quanto maior o volume — mais ela fatura.
O que move esta ação
nível: raio-x
Os drivers que explicam a maior parte da oscilação — acompanhe estes, não o ruído diário.
📈 Juros (Selic/CDI)
O motor invertido: juro alto tira dinheiro da Bolsa e leva para a renda fixa — menos gente operando, menos volume, menos tarifa. É o macro que mais pesa sobre a receita.
📈 Volume negociado e nº de investidores PF
O termômetro direto do negócio: mais brasileiros investindo e mais giro no pregão = mais pedágio cobrado. O boom de PF de 2019–2021 mostrou o efeito nos dois sentidos.
📈 Regulação e concorrência de bolsas
A CVM já estudou abrir o mercado a bolsas concorrentes. Qualquer avanço nessa agenda mexe com o fosso — e com o múltiplo que o mercado aceita pagar.
Vantagens e riscos
🟢 Vantagens competitivas
- Posição praticamente única: é a principal infraestrutura organizada de Bolsa do Brasil, com pouquíssima concorrência direta.
- Modelo de pedágio: cobra por cada negócio em vez de apostar na direção do mercado — receita ligada ao fluxo, não ao palpite.
- Margens altas e forte geração de caixa: é um negócio de tecnologia e tarifa, com custo marginal baixo por operação.
- Beneficia-se do crescimento estrutural: mais brasileiros investindo e mais empresas listadas tendem a aumentar o volume ao longo do tempo.
- Receitas recorrentes de custódia e dados, que dão certa previsibilidade mesmo em meses mais fracos.
🔴 Riscos
- Sensível ao humor do mercado: quando o volume negociado cai (juros altos, crise, medo), a receita encolhe junto.
- Risco regulatório e de tarifas: por ter posição dominante, está sob olhar constante do regulador, que pode pressionar preços.
- Ameaça de concorrência: novas plataformas ou mudanças de regra podem, no longo prazo, disputar parte do mercado.
- Risco tecnológico e operacional: uma falha de sistema ou de segurança afeta a confiança em toda a infraestrutura.
- Crescimento dependente do ciclo: em anos de juros muito altos, o investidor migra para a renda fixa e negocia menos ações.
Os indicadores, explicados
nível: raio-x
O que cada número significa, como interpretá-lo — e o que ele diz sobre a B3.
Indicadores — todos, com histórico
nível: raio-x
Todos os indicadores num só painel — cada um com a própria evolução ao lado do número. Valuation usa o preço do dia; desempenho e estrutura vêm da CVM (LTM e série anual). Passe o mouse para ver a série.
Comparar com os pares
nível: raio-x
Como a B3 se posiciona frente aos concorrentes diretos — nos indicadores que importam e na nota geral do Meta de Rico.
| Empresa | ROE | M. líq. | ROIC | DY | EV/EBIT | Score MdR |
|---|---|---|---|---|---|---|
| B3SA3 B3 | 26,3% | 41,2% | — | — | — | 80/100 |
| ITUB4 Itaú Unibanco | 20,9% | 11,6% | — | 8,0% | — | 88/100 |
| BBAS3 Banco do Brasil | 7,1% | 4,3% | — | 2,8% | — | 14/100 |
| WEGE3 WEG | 34,4% | 15,6% | 43,1% | 1,0% | — | 78/100 |
Comparação com empresas do mesmo setor (base anual, consistente entre todas). Score Meta de Rico = nota composta dos modelos clássicos (Graham, Bazin, Piotroski, Altman, ROE, ROIC…) — 0 a 100. Não é recomendação.
Como os modelos clássicos enxergam B3
Cada selo é do MODELO, não do Meta de Rico: diz se a empresa atende, não atende ou fica neutra aos critérios daquele método — com a fórmula, os números e os limites de cada um. Os números saem das demonstrações da CVM e da cotação de mercado, calculados pelo Meta de Rico (não copiados de outro site). Toque para abrir.
Bazin
Qual o preço máximo que eu pagaria por esta ação para receber um bom dividendo?
O modelo Bazin usa o histórico de proventos e a cotação atual, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Quem criou
Décio Bazin
Problema que resolve
Investidores que vivem (ou querem viver) de renda precisam de um teto de preço para que o dividendo recebido faça sentido — sem isso, paga-se caro por uma renda pequena.
Como calcula
Preço-teto = (dividendo dos últimos 12 meses por ação) ÷ 0,06. A premissa é exigir um dividend yield mínimo de 6% ao ano.
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Em empresas perenes, com lucro e dividendo estáveis e previsíveis ano após ano — onde o dividendo passado é uma boa pista do dividendo futuro.
Quando o modelo falha
Quando o dividendo passado não diz nada sobre o futuro — empresas em crescimento que reinvestem tudo, ou negócios cujos lucros oscilam muito. O teto vira um número bonito sem lastro.
Como interpretar
O preço-teto NÃO é um alvo de compra: é o limite acima do qual, segundo a régua de Bazin, o dividendo deixa de compensar. Comparar o teto com o preço atual mostra de que lado da régua a ação está hoje.
Limitação
Olha só o dividendo — ignora dívida, crescimento e qualidade do negócio. Uma empresa pode estar "abaixo do teto" e ainda assim destruir valor. E o teto muda toda vez que o dividendo muda.
Aplicação nesta empresa
O modelo Bazin usa o histórico de proventos e a cotação atual, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Graham
Estou pagando um preço razoável por uma empresa de balanço sólido?
Segundo o modelo Graham, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço está acima do Número de Graham (R$ 8,20).
Quem criou
Benjamin Graham
Problema que resolve
O pai do investimento em valor queria um método objetivo para evitar pagar caro e exigir uma margem de segurança no preço.
Como calcula
Número de Graham = √(22,5 × LPA × VPA), onde LPA = lucro por ação e VPA = valor patrimonial por ação. A constante 22,5 vem de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5 (15 × 1,5 = 22,5).
Quando funciona
Em empresas maduras, lucrativas e com patrimônio real (indústria, varejo consolidado), onde balanço e lucro contam a história — o terreno onde Graham desenhou o método.
Quando o modelo falha
Em empresas sem lucro positivo (o número nem existe) e em negócios de ativos intangíveis (tecnologia, marcas), onde o valor patrimonial contábil pouco representa o valor real.
Como interpretar
O Número de Graham é uma referência teórica de "preço justo conservador". Preço abaixo dele sugere margem de segurança pela régua de Graham; acima, não. É um filtro de partida, não uma sentença.
Limitação
Conservador e antigo: tende a descartar empresas de crescimento e de capital leve. Usa contabilidade, que pode estar distorcida. Os 7 critérios completos (liquidez, histórico de lucro e dividendo) exigem mais dados do que o número isolado.
Aplicação nesta empresa
Segundo o modelo Graham, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço está acima do Número de Graham (R$ 8,20).
Fórmula Mágica
Esta é uma empresa boa (gera muito retorno sobre o capital) comprada por um preço bom?
O modelo Fórmula Mágica NÃO SE APLICA a esta empresa — em bancos e seguradoras a conta de capital investido e EBIT não se encaixa no modelo.
Quem criou
Joel Greenblatt
Problema que resolve
Greenblatt quis unir, num ranking só, qualidade do negócio (quanto retorna sobre o capital) e preço (quanto se paga pelo lucro operacional) — comprar empresas boas baratas, de forma sistemática.
Como calcula
Combina dois indicadores por RANKING: ROIC (retorno sobre o capital investido) — quanto maior, melhor — e Earnings Yield = EBIT ÷ EV (ou 1 ÷ EV/EBIT) — quanto maior, melhor. A nota final é a soma das duas posições no ranking.
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Como FILTRO de uma carteira ampla e diversificada, comparando muitas empresas entre si — foi assim que Greenblatt testou e validou a fórmula, nunca em uma ação isolada.
Quando o modelo falha
Em uma única empresa olhada fora de um ranking, a "nota" não significa quase nada — a Fórmula Mágica é relativa, compara umas com as outras. Também tropeça em bancos e seguradoras (a conta de capital é diferente).
Como interpretar
Por ser um modelo de RANKING (relativo), o selo aqui costuma ser NEUTRO para uma empresa isolada: mostramos os dois números (ROIC e Earnings Yield) para você entender a régua, não para cravar aprovação.
Limitação
É um método de carteira e de média de longo prazo: pode passar anos atrás do mercado. Usa um retrato contábil de 12 meses, sensível a anos atípicos. Não avalia dívida nem governança.
Aplicação nesta empresa
O modelo Fórmula Mágica NÃO SE APLICA a esta empresa — em bancos e seguradoras a conta de capital investido e EBIT não se encaixa no modelo.
Qualidade (estilo Buffett)
Este é um negócio excelente, com retornos altos e consistentes, que eu gostaria de ter por muito tempo?
Segundo o modelo Qualidade (estilo Buffett), o resultado é NEUTRO — é uma aproximação por um retrato de um período; provar qualidade exige consistência de vários anos.
Quem criou
Warren Buffett / Charlie Munger
Problema que resolve
Buffett deslocou o foco do "preço barato" para a "qualidade do negócio": prefere uma empresa excelente a um preço justo do que uma medíocre a um preço de banana.
Como calcula
Não há fórmula fechada — é uma APROXIMAÇÃO declarada por proxies de qualidade: ROE alto e consistente (≈ acima de 15%), margem líquida saudável e dívida sob controle, sustentados por anos (uma vantagem competitiva durável).
Quando funciona
Em empresas com marca forte, vantagem competitiva e histórico longo de retornos altos e estáveis (consumo, serviços essenciais) — onde o passado de qualidade tende a se repetir.
Quando o modelo falha
Quando se olha um único ano: qualidade Buffett é sobre CONSISTÊNCIA de muitos anos, não um retrato. Um ROE alto num ano isolado não prova vantagem durável.
Como interpretar
Tratamos como APROXIMAÇÃO declarada: os proxies (ROE, margem, dívida) sugerem qualidade, mas não capturam o que Buffett mais valoriza — a vantagem competitiva durável e a confiança na gestão, que não cabem num número.
Limitação
Qualidade alta não diz nada sobre PREÇO: pode-se pagar caro demais por um ótimo negócio. E os proxies de um ano não provam durabilidade — só o histórico longo prova.
Aplicação nesta empresa
Segundo o modelo Qualidade (estilo Buffett), o resultado é NEUTRO — é uma aproximação por um retrato de um período; provar qualidade exige consistência de vários anos.
Piotroski F-Score
A saúde financeira desta empresa está melhorando ou piorando de um ano para o outro?
O modelo Piotroski F-Score NÃO SE APLICA a esta empresa — em bancos e seguradoras os 9 sinais, pensados para empresas operacionais, perdem o sentido.
Quem criou
Joseph Piotroski
Problema que resolve
Piotroski queria separar, entre empresas aparentemente baratas, as que estavam realmente melhorando das que eram baratas porque iam mal.
Como calcula
Soma 9 sinais binários (1 ponto cada) em três grupos: rentabilidade (lucro positivo, fluxo de caixa operacional positivo, ROA subindo, caixa maior que o lucro), alavancagem/liquidez (dívida caindo, liquidez corrente subindo, sem emissão de ações) e eficiência (margem bruta subindo, giro do ativo subindo). Nota de 0 a 9.
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Como filtro de qualidade DENTRO de uma cesta de ações baratas (P/VP baixo): separa as que estão se recuperando das armadilhas de valor. Foi para isso que Piotroski o construiu.
Quando o modelo falha
Como sinal isolado de compra (ele complementa, não substitui o preço). E em bancos e seguradoras, onde os 9 sinais — pensados para empresas operacionais — perdem o sentido.
Como interpretar
Nota alta (6+) indica saúde financeira em melhora no último exercício; nota baixa (0–2) indica deterioração. É um termômetro de TENDÊNCIA do balanço de um ano para o outro, não um preço nem um selo de qualidade — diz se a empresa está ficando mais ou menos sólida. Nós avaliamos 8 dos 9 sinais: o 9º (emissão de novas ações) exige a contagem histórica de ações, que as demonstrações da CVM não trazem.
Limitação
Exige duas demonstrações financeiras seguidas para comparar (variações ano-a-ano). É puramente contábil e retrospectivo: mede o que já aconteceu, não o futuro. Um ano isolado ruim numa empresa sólida derruba a nota — leia sempre como tendência do ano, não como veredito sobre o negócio.
Aplicação nesta empresa
O modelo Piotroski F-Score NÃO SE APLICA a esta empresa — em bancos e seguradoras os 9 sinais, pensados para empresas operacionais, perdem o sentido.
Altman Z-Score
Qual o risco de esta empresa entrar em insolvência (quebrar) nos próximos anos?
O modelo Altman Z-Score NÃO SE APLICA a esta empresa — não se aplica a bancos, seguradoras e financeiras — a estrutura de balanço é outra.
Quem criou
Edward Altman
Problema que resolve
Altman buscou um único número que sinalizasse, com antecedência, a probabilidade de falência — antes que o problema ficasse óbvio no balanço.
Como calcula
Combina indicadores de balanço em pesos calibrados. A versão para mercados emergentes (Z'') usa: capital de giro/ativos, lucros retidos/ativos, EBIT/ativos e patrimônio/passivo total. Acima de uma faixa = zona segura; abaixo = zona de alerta.
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Em empresas industriais e operacionais de capital intensivo, para acender uma luz amarela ANTES da crise — o uso clássico e validado do modelo. Usamos a variante Z'' que o próprio Altman recomenda para mercados emergentes.
Quando o modelo falha
Em bancos, seguradoras e empresas financeiras, cuja estrutura de balanço é completamente diferente da que o modelo pressupõe.
Como interpretar
Faixas do Z'': acima de 2,6 = zona segura; entre 1,1 e 2,6 = zona cinzenta (atenção); abaixo de 1,1 = zona de alerta. Z alto = baixo risco de insolvência. É um medidor de SOLVÊNCIA e fragilidade financeira — não diz nada sobre preço nem sobre qualidade do negócio.
Limitação
Calibrado para empresas não-financeiras; usa a variante Z'' por setor e país. Usa o balanço do último exercício fechado: uma piora muito recente pode ainda não ter aparecido nos números.
Aplicação nesta empresa
O modelo Altman Z-Score NÃO SE APLICA a esta empresa — não se aplica a bancos, seguradoras e financeiras — a estrutura de balanço é outra.
PEG (estilo Peter Lynch)
O preço desta ação está alinhado ao ritmo de crescimento dos seus lucros?
Segundo o modelo PEG (estilo Lynch), a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o PEG ficou em 1,26 (preço à frente do crescimento).
Quem criou
Peter Lynch
Problema que resolve
Lynch percebeu que um P/L "alto" pode ser justo se a empresa cresce rápido — e um P/L "baixo" pode ser caro se ela não cresce. O PEG corrige o P/L pelo crescimento.
Como calcula
PEG = P/L ÷ taxa de crescimento anual do lucro (g, em %). Regra de bolso de Lynch: PEG próximo de 1 é equilíbrio; abaixo de 1, o preço acompanha (ou fica atrás do) crescimento; acima de 1, o preço corre na frente.
Quando funciona
Em empresas de crescimento consistente e previsível, onde dá para estimar uma taxa (g) confiável — o terreno onde Lynch construiu seu histórico.
Quando o modelo falha
Quando o crescimento é instável ou impossível de estimar, ou quando a empresa não cresce (g zero ou negativo torna o PEG sem sentido).
Como interpretar
PEG perto de 1 sugere preço e crescimento em equilíbrio pela régua de Lynch; quanto menor, mais o preço acompanha o crescimento. É uma lente sobre o P/L, não um veredito final.
Limitação
Depende inteiramente da estimativa de crescimento (g) — mude o g e o PEG muda tudo. Ignora dívida, qualidade e dividendos. Não funciona em empresas que não crescem.
Aplicação nesta empresa
Segundo o modelo PEG (estilo Lynch), a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o PEG ficou em 1,26 (preço à frente do crescimento).
Conteúdo educacional. Os selos aplicam fórmulas públicas a números datados e não são recomendação de compra ou venda. Mesma empresa, mesma data e mesma fórmula produzem sempre o mesmo selo.
O resultado da empresa em 5 linhas (DRE didática)
nível: avançado
A DRE da B3 conta a história de um quase-monopólio de serviços: receita de tarifas, despesas relativamente enxutas e uma fatia enorme do faturamento chegando ao lucro. O que mexe nela não é o custo — é o volume do mercado.
| Linha | Referência | O que significa |
|---|---|---|
| Receita | ~R$ 10–11 bi (2024) | Tarifas de negociação, custódia, liquidação e registro, mais dados de mercado e tecnologia — o pedágio cobrado sobre quase tudo que se negocia no mercado de capitais brasileiro. |
| Custos e despesas | ~R$ 3–4 bi | Tecnologia, pessoal e infraestrutura. O custo é quase fixo: processar um negócio a mais custa quase nada — é daí que nasce a margem de monopólio. |
| EBITDA | ~R$ 7 bi | O lucro da operação antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Na B3 ele consome a maior parte da receita — margem EBITDA na casa de 70%, entre as maiores da Bolsa. |
| Resultado financeiro | — | A B3 carrega dívida (debêntures) usada para otimizar a estrutura de capital, e juros altos pesam nessa linha — mas o endividamento é baixo para o caixa que o negócio gera. |
| Lucro líquido | ~R$ 4 bi (2024) | Perto de 40% da receita vira lucro — uma conversão que pouquíssimas empresas da Bolsa alcançam. É a assinatura contábil do pedágio: fatura menos que uma Petrobras, mas guarda muito mais de cada real. |
Aproximações de 2024 para fins didáticos (fonte: demonstrações da empresa/RI). A DRE completa e auditada está no RI.
Fundamentos calculados (CVM)
nível: raio-x
Estes números não vêm de nenhum outro site: o Meta de Rico baixa as demonstrações oficiais da CVM e aplica a própria fórmula, exercício a exercício.
Lucro do acionista (R$ bi) × ROE (%)
Receita (R$ bi) × Margem líquida (%)
ReceitaR$ 6,6 biR$ 9,3 biR$ 10,3 biR$ 10,1 biR$ 9,9 biR$ 10,6 biR$ 11,1 bi
Quanto a empresa faturou no exercício — em bancos, é a receita de intermediação financeira. É o topo da linha: tudo (custos, margens, lucro) se mede a partir dela.
Lucro do acionistaR$ 2,7 biR$ 4,2 biR$ 4,7 biR$ 4,2 biR$ 4,1 biR$ 4,6 biR$ 4,6 bi
O lucro que sobra para os donos da empresa (atribuível aos controladores), depois de custos, despesas, juros e impostos. Cíclicas oscilam muito ano a ano — olhe a tendência, não um ano isolado.
Margem bruta89,8%89,9%89,9%89,9%90,0%90,0%90,5%
Quanto sobra de cada R$ 1 de receita depois do custo direto do produto/serviço. Margem bruta alta e estável sugere poder de preço ou custo baixo.
Margem EBIT49,1%60,1%61,4%55,2%52,9%57,2%59,7%
Resultado operacional (antes de juros e impostos) sobre a receita — mede a eficiência do negócio em si, sem efeito de dívida ou tributos.
Margem líquida41,3%44,5%45,8%41,8%41,6%43,3%41,2%
Quanto do faturamento vira lucro no fim. Compare com o histórico e o setor: margem caindo ano após ano é um sinal de alerta.
ROE10,7%16,9%21,0%20,8%20,4%24,9%26,3%
Retorno sobre o patrimônio: quanto de lucro a empresa gera sobre o capital dos sócios. ROE alto e consistente é sinal de eficiência — mas cuidado com ROE inflado por dívida alta.
ROA6,8%9,0%9,0%8,9%8,4%10,1%9,5%
Retorno sobre o ativo total: eficiência em transformar tudo o que a empresa possui em lucro. Bancos têm ROA naturalmente baixo (muito ativo).
Patrimônio líquidoR$ 25,4 biR$ 24,5 biR$ 22,4 biR$ 20,3 biR$ 20,3 biR$ 18,4 biR$ 17,5 bi
O que sobraria para os sócios se a empresa quitasse todas as dívidas: ativos menos passivos. Cresce quando a empresa retém lucro.
Ativo totalR$ 40,0 biR$ 46,3 biR$ 52,5 biR$ 47,6 biR$ 49,4 biR$ 45,2 biR$ 48,5 bi
Tudo o que a empresa possui e controla (caixa, estoques, imobilizado, etc.). A base sobre a qual o ROA é medido.
🧮 Calculado pelo Meta de Rico a partir das demonstrações financeiras públicas (CVM · DFP consolidada), exercício a exercício: lucro atribuível aos controladores; margem = lucro ÷ receita (em bancos, receita de intermediação); ROE = lucro ÷ PL; ROA = lucro ÷ ativo total. Não é o mesmo que os múltiplos "últimos 12 meses" de plataformas de mercado — aqui é o exercício fechado, auditável linha a linha. "n/c" = não calculável para este plano de contas.
Como ler os números desta empresa
nível: avançado
📋 No balanço
Numa empresa de infraestrutura como a B3, comece pela receita e pela margem: o negócio é de capital leve, então o que importa é quanto ela fatura de tarifas e quanto disso vira lucro. Olhe o nível de endividamento (baixo é o esperado) e o caixa, que sustenta os dividendos. O patrimônio contábil diz pouco aqui — boa parte do valor da empresa está em intangíveis (marca, posição de mercado, tecnologia), não em ativos físicos no balanço.
💵 No fluxo de caixa
O fluxo de caixa operacional mostra quanto dinheiro o negócio realmente gera com as tarifas do dia a dia — e numa empresa de pedágio como a B3 ele costuma ser forte e bem alinhado ao lucro. Como ela investe relativamente pouco (não constrói fábricas), boa parte desse caixa fica livre para pagar dividendos e JCP. Por isso, acompanhar o fluxo de caixa livre ajuda a entender quanta remuneração ela consegue distribuir sem comprometer a saúde financeira.
Dividendos
A B3 costuma distribuir uma parcela relevante do lucro aos acionistas, combinando dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP), com certa regularidade ao longo do ano. Como o negócio gera bastante caixa e exige pouco investimento pesado, sobra dinheiro para remunerar o sócio. A lição: os proventos não são fixos — eles acompanham o lucro, que por sua vez depende do volume negociado no mercado. Em anos de Bolsa aquecida, tendem a ser maiores; em anos de mercado parado, encolhem. O payout historicamente é alto (acima de ~80% em vários anos) — característica de um negócio de pedágio com pouco investimento pesado: sobra caixa, distribui.
Crescimento
O crescimento da B3 vem de duas fontes: mais gente investindo (a base de investidores brasileiros ainda é pequena perto de países desenvolvidos) e novos produtos e serviços (dados, tecnologia, renda fixa, derivativos). No curto prazo, porém, ela é refém do ciclo: em anos de juros altos o investidor migra para a renda fixa e negocia menos ações, o que freia a receita. Tratá-la como uma empresa que só cresce em linha reta é um erro comum — ela respira junto com o humor do mercado.
Participação de mercado
A B3 é, na prática, a principal infraestrutura organizada de Bolsa do Brasil: concentra a esmagadora maioria da negociação de ações, fundos e derivativos do país e cuida da custódia e da liquidação desses negócios. É uma posição de domínio raro — quase tudo que se negocia no mercado de capitais brasileiro passa por ela.
Quem controla a empresa
- Conselho de administração com maioria de membros independentes — sem controlador, a companhia é gerida de forma profissional, e as grandes decisões passam por assembleias com capital disperso.
- Listada no Novo Mercado da própria B3: só ações ON (1 ação = 1 voto), 100% de tag along e regras de transparência mais exigentes — o padrão mais alto de governança da Bolsa.
- Curiosidade de governança: por operar a infraestrutura em que ela mesma é listada, a B3 é supervisionada de perto pela CVM e pelo Banco Central — o "árbitro" dela é o regulador, não um acionista.
Linha do tempo
nível: raio-x
Concorrentes
nível: raio-x
| Perfil | Dividendos | Risco principal | |
|---|---|---|---|
| B3SA3 | Dona da Bolsa, modelo de pedágio | Moderados e regulares | Queda de volume / regulação |
| ITUB4 | Banco gigante, crédito e tarifas | Estáveis e previsíveis | Inadimplência / juros |
| Bolsas globais (CME, ICE) | Operadoras de Bolsa no exterior | Estáveis | Concorrência / regulação |
Como avaliar um quase-monopólio de infraestrutura (o método, não a resposta)
nível: avançado
O método replicável — aprenda uma vez, aplique em qualquer empresa do mesmo arquétipo.
- Teste a durabilidade do fosso: o efeito de rede e a barreira regulatória continuam intactos? Acompanhe sinais de concorrência autorizada e de pressão do regulador sobre tarifas.
- Meça a sensibilidade ao ciclo do mercado: a receita segue o VOLUME negociado. Compare anos de Bolsa aquecida com anos de juro alto para ver quanto o resultado respira com o pregão.
- Cheque margem e conversão em caixa: num negócio de tarifa e capital leve, margem muito alta e caixa forte são o esperado — margem encolhendo é o primeiro sintoma de fosso vazando.
- Precifique a ameaça regulatória: quem domina um mercado inteiro vive sob o olhar da CVM e do CADE. Mudança de regra ou tabelamento de tarifa muda a tese — leia as consultas públicas, não só o balanço.
- Só então discuta preço: qualidade estável costuma negociar cara (P/L acima das cíclicas). A pergunta não é "está barata?", é "o prêmio pela estabilidade cabe no MEU plano, com o MEU prazo?".
Você já tem B3SA3 sem saber?
nível: raio-x
Antes de comprar B3SA3 direto, cheque se você JÁ tem B3 sem saber — ela está entre os pesos relevantes do Ibovespa.
🧺 ETFs de Ibovespa (ex.: BOVA11)
B3SA3 faz parte do índice com peso relevante — quem tem ETF de Ibovespa já carrega um pedaço da B3.
🧺 Fundos de ações e previdência
A maioria dos fundos de ações Brasil carrega B3 perto do peso do índice. Consulte a carteira do seu fundo.
🧺 A ironia didática
Quem tem ETF paga taxa à B3 pelo próprio ETF: o fundo é listado, custodiado e negociado dentro dela. Você pode ser sócio (via ação) e cliente (via tarifa embutida) ao mesmo tempo — sem perceber nenhum dos dois.
Quanto isso renderia pra você?
Exemplo ilustrativo com os proventos dos últimos 12 meses (proventos por ação estimados (2024, aproximado): R$ 0,64/ação · preço de referência R$ 16,08 — ao vivo).
| Investimento | Ações (aprox.) | Proventos/ano | Por mês |
|---|---|---|---|
| R$ 10.000 | 621 | R$ 397 | R$ 33 |
| R$ 50.000 | 3.109 | R$ 1.990 | R$ 166 |
| R$ 100.000 | 6.218 | R$ 3.980 | R$ 332 |
⚠️ Passado ≠ futuro: os proventos variam de um ano pro outro e não são garantidos (veja a seção "Fundamentos calculados" e o histórico mais abaixo). Números de referência de 2026-06-25, conferidos com plataformas de mercado — confirme no RI. Sem reinvestimento e sem imposto. É um exercício educacional, não projeção nem recomendação.
Imposto de Renda: como declarar
nível: avançado
Regras vigentes em 2026 — tributação muda; confirme na Receita/seu contador.
- Dividendos: isentos de IR para pessoa física (regra atual).
- JCP (Juros sobre Capital Próprio): retenção de 15% na fonte — e a B3 usa bastante JCP na remuneração.
- Venda com lucro: isenção para vendas de até R$ 20 mil/mês (ações, swing); acima disso, 15% sobre o ganho (20% em day trade). DARF até o último dia útil do mês seguinte.
- Na declaração anual: Bens e Direitos, grupo 03 (Participações societárias), código 01 — B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão (CNPJ 09.346.601/0001-25), pelo custo de aquisição.
- Proventos recebidos: dividendos em "Rendimentos Isentos"; JCP em "Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva".
Perguntas frequentes
Ela opera a Bolsa de Valores brasileira: é a empresa onde se negociam ações, fundos imobiliários, contratos futuros e títulos. Além de oferecer o ambiente de negociação, ela registra, custodia e garante a liquidação dos negócios. Em resumo, é a infraestrutura por onde passa quase todo o mercado de capitais do país.
Não diretamente. Ela cobra uma tarifa a cada negócio, então o que importa é o VOLUME negociado, não se o mercado sobe ou cai. É como um pedágio: fatura pelo fluxo de carros, não pela direção em que eles vão. Por isso, mercado movimentado (mesmo em queda) costuma ser bom para a receita; mercado parado é que aperta.
B3SA3 é uma ação ordinária (ON), ou seja, dá direito a voto nas assembleias. A B3 não tem uma classe preferencial separada negociada como as PN de outras empresas — o investidor pessoa física negocia a própria B3SA3.
Porque depende do volume negociado no mercado, que sobe e desce com o humor dos investidores. Em anos de Bolsa aquecida e muita gente operando, a receita cresce; em anos de juros altos, quando o dinheiro migra para a renda fixa, o volume cai e a receita sente. É a parte cíclica de um negócio que parece estável.
Ela costuma distribuir boa parte do lucro em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP) de forma relativamente regular, porque gera bastante caixa e investe pouco. Mas o valor varia com o lucro do ano e não é garantido. É bom lembrar que dividendo não é renda fixa.
Hoje ela tem uma posição de domínio quase total na Bolsa organizada brasileira. Já houve e pode haver tentativas de novos entrantes, e o regulador acompanha de perto justamente por causa desse domínio. No longo prazo, mais concorrência é um dos riscos a observar — mas, por ora, ela é praticamente única.
Isto não é recomendação. A B3 tem um modelo de negócio raro (pedágio do mercado, margens altas, posição dominante), mas também é sensível ao volume negociado e ao olhar do regulador. Se ela faz sentido para você depende do seu objetivo, prazo, tolerância ao risco e diversificação. O essencial é entender o que você está comprando e como ela se encaixa no seu plano.
Porque juros altos (CDI elevado) tornam a renda fixa mais atraente e fazem muita gente sair da Bolsa. Menos investidores operando significa menos volume negociado — e, como a B3 vive de tarifa por negócio, a receita esperada cai. O mercado antecipa isso no preço da ação.
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Notícias e fatos relevantes
Notícia mexe no preço no curto prazo — mas o que muda a TESE são os fatos relevantes que a empresa é obrigada a publicar (resultados, dividendos, mudanças de comando). Antes de reagir a manchete, confira a fonte oficial.
💡 Regra da casa: notícia contextualiza — quem decide é o seu método e o seu plano.
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Conhecer o método →Conteúdo educacional — não é recomendação de investimento.
Fontes e transparência
Conteúdo educacional produzido pelo Meta de Rico — rascunho assistido por IA, revisado por humano antes de publicar. Atualizado em 2026-06-25.
Conteúdo educacional do Meta de Rico — não é recomendação de investimento. Indicadores e gráficos são aproximados; confirme os números atuais nas fontes oficiais. Faça sua própria análise e considere seu perfil.