Fundo imobiliário que distribuiu 10,66% nos últimos 12 meses — principal risco: vacância.
- paga poucos dividendos: yield de 0,89%
galpão vazio não paga aluguel. Se a vacância física ou financeira sobe, o rendimento cai. É o risco central de um FII de tijolo.
Ver todos os riscos →A XPLG11 é um fundo imobiliário de "tijolo": ela compra galpões logísticos (aqueles centros de distribuição gigantes à beira das rodovias) e os aluga para indústrias, varejistas e operadores de e-commerce. Recebe os aluguéis, desconta os custos e distribui a maior parte como rendimento mensal, isento de IR para pessoa física. O risco central NÃO é crédito, e sim vacância (galpão vazio não paga aluguel), inadimplência do inquilino e concentração — se poucos grandes locatários respondem por muito da receita, a saída de um deles pesa. Em jul/2026 negocia com P/VP abaixo de 1 (desconto sobre o valor dos imóveis). Rendimento passado não garante o futuro e um FII não é renda fixa.
Resumo em 2 minutos
A XPLG11 (XP Log) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "tijolo" focado em LOGÍSTICA: ela é proprietária de galpões e condomínios logísticos — os grandes centros de distribuição e armazenagem usados por indústrias, varejistas e operadores de e-commerce. O dinheiro dos cotistas é investido na compra e na gestão desses imóveis, que são locados a empresas. Na prática, o fundo é um "senhorio institucional" de galpões: vive dos aluguéis que os inquilinos pagam. É gerido pela XP Asset Management, com carteira distribuída por vários estados (concentração maior em São Paulo). O fundo recebe os ALUGUÉIS dos galpões locados. Desses aluguéis descontam-se custos (taxa de gestão/administração, manutenção, eventuais vacâncias e despesas dos imóveis) e o resultado caixa é distribuído aos cotistas como rendimento mensal. Como a lei exige que FIIs distribuam ao menos 95% do lucro caixa semestral, e como os contratos de aluguel geram receita recorrente (muitos reajustados por IPCA), o fundo consegue pagar rendimentos com regularidade — sempre variáveis, nunca fixos. Além do aluguel, o valor da cota também pode se beneficiar (ou sofrer) com a valorização/desvalorização dos próprios galpões ao longo do tempo.
Resumo completo
A XPLG11 (XP Log) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "tijolo" focado em LOGÍSTICA: é dona de galpões e centros de distribuição espalhados pelo Brasil (concentração maior em São Paulo), alugados a indústrias, varejistas e operadores de e-commerce, e distribui os aluguéis como rendimento MENSAL isento de IR para pessoa física. É gerida pela XP Asset Management. Em jul/2026 tinha P/VP ~0,88 (cota ~R$ 92 abaixo do valor patrimonial ~R$ 105), DY ~10,7% em 12 meses, PL ~R$ 5,4 bilhões, ~344 mil cotistas e vacância física em torno de 8%. Os indicadores que importam num FII de tijolo são P/VP, dividend yield, último rendimento por cota, patrimônio líquido, VACÂNCIA (física e financeira), cap rate, qualidade dos contratos (típicos vs atípicos) e concentração de inquilinos — NÃO os múltiplos de empresa (não há DRE, EBITDA ou ROE clássico). O risco central não é crédito, e sim VACÂNCIA, inadimplência do locatário e CONCENTRAÇÃO de inquilinos: se poucos grandes locatários respondem por muito da receita, a saída de um deles derruba a distribuição. O rendimento não é garantido nem é renda fixa; o ganho de capital na venda é tributado em 20%. Em resumo: um FII de galpões logísticos, líquido e de renda mensal, cujo resultado depende da ocupação dos imóveis, da qualidade dos contratos e do ciclo imobiliário.
Principais riscos
- Vacância: galpão vazio não paga aluguel. Se a vacância física ou financeira sobe, o rendimento cai. É o risco central de um FII de tijolo.
- Concentração de inquilinos: se poucos grandes locatários (ou um único setor) respondem por muito da receita, a saída ou o calote de um deles derruba a distribuição.
- Inadimplência do locatário: um inquilino que atrasa ou deixa de pagar o aluguel tem efeito direto no rendimento — independente de o imóvel estar ocupado.
- Marcação a mercado / valor dos imóveis: os galpões são reavaliados periodicamente; queda no valor de avaliação reduz o patrimônio por cota (e pode explicar um P/VP baixo).
- Rendimento NÃO é garantido e NÃO é renda fixa: varia com ocupação, reajustes de contrato e vencimentos. Sensível ao ciclo imobiliário e aos juros (Selic alta pressiona o preço das cotas de FII).
- Tributação na venda: o rendimento mensal é isento, mas o GANHO DE CAPITAL na venda da cota é tributado em 20% (o come-cotas NÃO se aplica a FII).
Principais oportunidades
- Rendimento mensal isento de IR para pessoa física (regra atual dos FIIs).
- Exposição a imóveis físicos reais (galpões logísticos), setor impulsionado pela expansão do e-commerce e da cadeia de distribuição no Brasil.
- Aluguéis majoritariamente reajustados por IPCA — tende a proteger a receita da inflação ao longo do tempo.
- Carteira pulverizada em dezenas de imóveis e vários estados, reduzindo o peso de um único galpão.
- Em jul/2026, negocia com P/VP abaixo de 1 (desconto sobre o valor avaliado dos imóveis) — o que pode significar preço mais atrativo, mas exige entender por que o mercado desconta.
XP Log XPLG11 · Fundo de Investimento Imobiliário (FII) — cotas
Um FII de "tijolo" logístico — dono de galpões alugados para empresas de indústria, varejo e e-commerce, que distribui os aluguéis como rendimento mensal isento de IR.
No Iniciante deixamos só o essencial aberto: veredito, resumo, riscos, oportunidades e como a empresa ganha dinheiro. Nada é removido — o resto abre a um clique.
Raio-X referência de 28/07/2026 · dados de mercado com atraso
nível: raio-x
A XPLG11 (XP Log) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "tijolo" focado em LOGÍSTICA: é dona de galpões e centros de distribuição espalhados pelo Brasil (concentração maior em São Paulo), alugados a indústrias, varejistas e operadores de e-commerce, e distribui os aluguéis como rendimento MENSAL isento de IR para pessoa física. É gerida pela XP Asset Management. Em jul/2026 tinha P/VP ~0,88 (cota ~R$ 92 abaixo do valor patrimonial ~R$ 105), DY ~10,7% em 12 meses, PL ~R$ 5,4 bilhões, ~344 mil cotistas e vacância física em torno de 8%. Os indicadores que importam num FII de tijolo são P/VP, dividend yield, último rendimento por cota, patrimônio líquido, VACÂNCIA (física e financeira), cap rate, qualidade dos contratos (típicos vs atípicos) e concentração de inquilinos — NÃO os múltiplos de empresa (não há DRE, EBITDA ou ROE clássico). O risco central não é crédito, e sim VACÂNCIA, inadimplência do locatário e CONCENTRAÇÃO de inquilinos: se poucos grandes locatários respondem por muito da receita, a saída de um deles derruba a distribuição. O rendimento não é garantido nem é renda fixa; o ganho de capital na venda é tributado em 20%. Em resumo: um FII de galpões logísticos, líquido e de renda mensal, cujo resultado depende da ocupação dos imóveis, da qualidade dos contratos e do ciclo imobiliário.
Por onde começar — os 5 pontos que importam
Um FII de tijolo logístico não se analisa como uma ação nem como um FII de papel. Ignore os múltiplos de empresa e comece por estes 5 pontos — nesta ordem.
O que a XP Log faz
A XPLG11 (XP Log) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "tijolo" focado em LOGÍSTICA: ela é proprietária de galpões e condomínios logísticos — os grandes centros de distribuição e armazenagem usados por indústrias, varejistas e operadores de e-commerce. O dinheiro dos cotistas é investido na compra e na gestão desses imóveis, que são locados a empresas. Na prática, o fundo é um "senhorio institucional" de galpões: vive dos aluguéis que os inquilinos pagam. É gerido pela XP Asset Management, com carteira distribuída por vários estados (concentração maior em São Paulo).
Como ela ganha dinheiro
O fundo recebe os ALUGUÉIS dos galpões locados. Desses aluguéis descontam-se custos (taxa de gestão/administração, manutenção, eventuais vacâncias e despesas dos imóveis) e o resultado caixa é distribuído aos cotistas como rendimento mensal. Como a lei exige que FIIs distribuam ao menos 95% do lucro caixa semestral, e como os contratos de aluguel geram receita recorrente (muitos reajustados por IPCA), o fundo consegue pagar rendimentos com regularidade — sempre variáveis, nunca fixos. Além do aluguel, o valor da cota também pode se beneficiar (ou sofrer) com a valorização/desvalorização dos próprios galpões ao longo do tempo.
O que move esta ação
nível: raio-x
Os drivers que explicam a maior parte da oscilação — acompanhe estes, não o ruído diário.
📈 Selic / juros
FIIs competem com a renda fixa. Selic alta torna títulos públicos mais atraentes e tende a pressionar para baixo o preço das cotas de FII (e ajuda a explicar P/VP abaixo de 1). Queda de juros costuma favorecer a reprecificação para cima.
📈 IPCA (inflação)
A maior parte dos contratos de aluguel de galpão é reajustada por IPCA. Inflação mais alta eleva os aluguéis ao longo do tempo, ajudando a proteger a receita — desde que o inquilino consiga pagar o reajuste.
📈 E-commerce e cadeia logística
A demanda por galpões é puxada pela expansão do e-commerce e da distribuição. Crescimento do comércio online sustenta a ocupação e o poder de negociar aluguéis; desaceleração da economia pressiona a vacância.
Vantagens e riscos
🟢 Vantagens competitivas
- Rendimento mensal isento de IR para pessoa física (regra atual dos FIIs).
- Exposição a imóveis físicos reais (galpões logísticos), setor impulsionado pela expansão do e-commerce e da cadeia de distribuição no Brasil.
- Aluguéis majoritariamente reajustados por IPCA — tende a proteger a receita da inflação ao longo do tempo.
- Carteira pulverizada em dezenas de imóveis e vários estados, reduzindo o peso de um único galpão.
- Em jul/2026, negocia com P/VP abaixo de 1 (desconto sobre o valor avaliado dos imóveis) — o que pode significar preço mais atrativo, mas exige entender por que o mercado desconta.
🔴 Riscos
- Vacância: galpão vazio não paga aluguel. Se a vacância física ou financeira sobe, o rendimento cai. É o risco central de um FII de tijolo.
- Concentração de inquilinos: se poucos grandes locatários (ou um único setor) respondem por muito da receita, a saída ou o calote de um deles derruba a distribuição.
- Inadimplência do locatário: um inquilino que atrasa ou deixa de pagar o aluguel tem efeito direto no rendimento — independente de o imóvel estar ocupado.
- Marcação a mercado / valor dos imóveis: os galpões são reavaliados periodicamente; queda no valor de avaliação reduz o patrimônio por cota (e pode explicar um P/VP baixo).
- Rendimento NÃO é garantido e NÃO é renda fixa: varia com ocupação, reajustes de contrato e vencimentos. Sensível ao ciclo imobiliário e aos juros (Selic alta pressiona o preço das cotas de FII).
- Tributação na venda: o rendimento mensal é isento, mas o GANHO DE CAPITAL na venda da cota é tributado em 20% (o come-cotas NÃO se aplica a FII).
Os indicadores, explicados
nível: raio-x
O que cada número significa, como interpretá-lo — e o que ele diz sobre a XP Log.
Comparar com os pares
nível: raio-x
Como a XP Log se posiciona frente aos concorrentes diretos — nos indicadores que importam e na nota geral do Meta de Rico.
| Empresa | ROE | M. líq. | ROIC | DY | EV/EBIT | Score MdR |
|---|---|---|---|---|---|---|
| XPLG11 XP Log | — | — | — | 0,9% | — | — |
| HGLG11 CSHG Logística | — | — | — | 0,7% | — | — |
| MXRF11 Maxi Renda | — | — | — | 1,0% | — | — |
Comparação com empresas do mesmo setor (base anual, consistente entre todas). Score Meta de Rico = nota composta dos modelos clássicos (Graham, Bazin, Piotroski, Altman, ROE, ROIC…) — 0 a 100. Não é recomendação.
Como os modelos clássicos enxergam XP Log
Cada selo é do MODELO, não do Meta de Rico: diz se a empresa atende, não atende ou fica neutra aos critérios daquele método — com a fórmula, os números e os limites de cada um. Os números saem das demonstrações da CVM e da cotação de mercado, calculados pelo Meta de Rico (não copiados de outro site). Toque para abrir.
Bazin
Qual o preço máximo que eu pagaria por esta ação para receber um bom dividendo?
Segundo o modelo Bazin, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço atual está acima do teto de R$ 13,69.
Quem criou
Décio Bazin
Problema que resolve
Investidores que vivem (ou querem viver) de renda precisam de um teto de preço para que o dividendo recebido faça sentido — sem isso, paga-se caro por uma renda pequena.
Como calcula
Preço-teto = (dividendo dos últimos 12 meses por ação) ÷ 0,06. A premissa é exigir um dividend yield mínimo de 6% ao ano.
Quando funciona
Em empresas perenes, com lucro e dividendo estáveis e previsíveis ano após ano — onde o dividendo passado é uma boa pista do dividendo futuro.
Quando o modelo falha
Quando o dividendo passado não diz nada sobre o futuro — empresas em crescimento que reinvestem tudo, ou negócios cujos lucros oscilam muito. O teto vira um número bonito sem lastro.
Como interpretar
O preço-teto NÃO é um alvo de compra: é o limite acima do qual, segundo a régua de Bazin, o dividendo deixa de compensar. Comparar o teto com o preço atual mostra de que lado da régua a ação está hoje.
Limitação
Olha só o dividendo — ignora dívida, crescimento e qualidade do negócio. Uma empresa pode estar "abaixo do teto" e ainda assim destruir valor. E o teto muda toda vez que o dividendo muda.
Aplicação nesta empresa
Segundo o modelo Bazin, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço atual está acima do teto de R$ 13,69.
Graham
Estou pagando um preço razoável por uma empresa de balanço sólido?
O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Quem criou
Benjamin Graham
Problema que resolve
O pai do investimento em valor queria um método objetivo para evitar pagar caro e exigir uma margem de segurança no preço.
Como calcula
Número de Graham = √(22,5 × LPA × VPA), onde LPA = lucro por ação e VPA = valor patrimonial por ação. A constante 22,5 vem de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5 (15 × 1,5 = 22,5).
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Em empresas maduras, lucrativas e com patrimônio real (indústria, varejo consolidado), onde balanço e lucro contam a história — o terreno onde Graham desenhou o método.
Quando o modelo falha
Em empresas sem lucro positivo (o número nem existe) e em negócios de ativos intangíveis (tecnologia, marcas), onde o valor patrimonial contábil pouco representa o valor real.
Como interpretar
O Número de Graham é uma referência teórica de "preço justo conservador". Preço abaixo dele sugere margem de segurança pela régua de Graham; acima, não. É um filtro de partida, não uma sentença.
Limitação
Conservador e antigo: tende a descartar empresas de crescimento e de capital leve. Usa contabilidade, que pode estar distorcida. Os 7 critérios completos (liquidez, histórico de lucro e dividendo) exigem mais dados do que o número isolado.
Aplicação nesta empresa
O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Fórmula Mágica
Esta é uma empresa boa (gera muito retorno sobre o capital) comprada por um preço bom?
O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Quem criou
Joel Greenblatt
Problema que resolve
Greenblatt quis unir, num ranking só, qualidade do negócio (quanto retorna sobre o capital) e preço (quanto se paga pelo lucro operacional) — comprar empresas boas baratas, de forma sistemática.
Como calcula
Combina dois indicadores por RANKING: ROIC (retorno sobre o capital investido) — quanto maior, melhor — e Earnings Yield = EBIT ÷ EV (ou 1 ÷ EV/EBIT) — quanto maior, melhor. A nota final é a soma das duas posições no ranking.
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Como FILTRO de uma carteira ampla e diversificada, comparando muitas empresas entre si — foi assim que Greenblatt testou e validou a fórmula, nunca em uma ação isolada.
Quando o modelo falha
Em uma única empresa olhada fora de um ranking, a "nota" não significa quase nada — a Fórmula Mágica é relativa, compara umas com as outras. Também tropeça em bancos e seguradoras (a conta de capital é diferente).
Como interpretar
Por ser um modelo de RANKING (relativo), o selo aqui costuma ser NEUTRO para uma empresa isolada: mostramos os dois números (ROIC e Earnings Yield) para você entender a régua, não para cravar aprovação.
Limitação
É um método de carteira e de média de longo prazo: pode passar anos atrás do mercado. Usa um retrato contábil de 12 meses, sensível a anos atípicos. Não avalia dívida nem governança.
Aplicação nesta empresa
O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Qualidade (estilo Buffett)
Este é um negócio excelente, com retornos altos e consistentes, que eu gostaria de ter por muito tempo?
O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Quem criou
Warren Buffett / Charlie Munger
Problema que resolve
Buffett deslocou o foco do "preço barato" para a "qualidade do negócio": prefere uma empresa excelente a um preço justo do que uma medíocre a um preço de banana.
Como calcula
Não há fórmula fechada — é uma APROXIMAÇÃO declarada por proxies de qualidade: ROE alto e consistente (≈ acima de 15%), margem líquida saudável e dívida sob controle, sustentados por anos (uma vantagem competitiva durável).
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Em empresas com marca forte, vantagem competitiva e histórico longo de retornos altos e estáveis (consumo, serviços essenciais) — onde o passado de qualidade tende a se repetir.
Quando o modelo falha
Quando se olha um único ano: qualidade Buffett é sobre CONSISTÊNCIA de muitos anos, não um retrato. Um ROE alto num ano isolado não prova vantagem durável.
Como interpretar
Tratamos como APROXIMAÇÃO declarada: os proxies (ROE, margem, dívida) sugerem qualidade, mas não capturam o que Buffett mais valoriza — a vantagem competitiva durável e a confiança na gestão, que não cabem num número.
Limitação
Qualidade alta não diz nada sobre PREÇO: pode-se pagar caro demais por um ótimo negócio. E os proxies de um ano não provam durabilidade — só o histórico longo prova.
Aplicação nesta empresa
O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Piotroski F-Score
A saúde financeira desta empresa está melhorando ou piorando de um ano para o outro?
O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Quem criou
Joseph Piotroski
Problema que resolve
Piotroski queria separar, entre empresas aparentemente baratas, as que estavam realmente melhorando das que eram baratas porque iam mal.
Como calcula
Soma 9 sinais binários (1 ponto cada) em três grupos: rentabilidade (lucro positivo, fluxo de caixa operacional positivo, ROA subindo, caixa maior que o lucro), alavancagem/liquidez (dívida caindo, liquidez corrente subindo, sem emissão de ações) e eficiência (margem bruta subindo, giro do ativo subindo). Nota de 0 a 9.
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Como filtro de qualidade DENTRO de uma cesta de ações baratas (P/VP baixo): separa as que estão se recuperando das armadilhas de valor. Foi para isso que Piotroski o construiu.
Quando o modelo falha
Como sinal isolado de compra (ele complementa, não substitui o preço). E em bancos e seguradoras, onde os 9 sinais — pensados para empresas operacionais — perdem o sentido.
Como interpretar
Nota alta (6+) indica saúde financeira em melhora no último exercício; nota baixa (0–2) indica deterioração. É um termômetro de TENDÊNCIA do balanço de um ano para o outro, não um preço nem um selo de qualidade — diz se a empresa está ficando mais ou menos sólida. Nós avaliamos 8 dos 9 sinais: o 9º (emissão de novas ações) exige a contagem histórica de ações, que as demonstrações da CVM não trazem.
Limitação
Exige duas demonstrações financeiras seguidas para comparar (variações ano-a-ano). É puramente contábil e retrospectivo: mede o que já aconteceu, não o futuro. Um ano isolado ruim numa empresa sólida derruba a nota — leia sempre como tendência do ano, não como veredito sobre o negócio.
Aplicação nesta empresa
O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Altman Z-Score
Qual o risco de esta empresa entrar em insolvência (quebrar) nos próximos anos?
O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Quem criou
Edward Altman
Problema que resolve
Altman buscou um único número que sinalizasse, com antecedência, a probabilidade de falência — antes que o problema ficasse óbvio no balanço.
Como calcula
Combina indicadores de balanço em pesos calibrados. A versão para mercados emergentes (Z'') usa: capital de giro/ativos, lucros retidos/ativos, EBIT/ativos e patrimônio/passivo total. Acima de uma faixa = zona segura; abaixo = zona de alerta.
Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.
Quando funciona
Em empresas industriais e operacionais de capital intensivo, para acender uma luz amarela ANTES da crise — o uso clássico e validado do modelo. Usamos a variante Z'' que o próprio Altman recomenda para mercados emergentes.
Quando o modelo falha
Em bancos, seguradoras e empresas financeiras, cuja estrutura de balanço é completamente diferente da que o modelo pressupõe.
Como interpretar
Faixas do Z'': acima de 2,6 = zona segura; entre 1,1 e 2,6 = zona cinzenta (atenção); abaixo de 1,1 = zona de alerta. Z alto = baixo risco de insolvência. É um medidor de SOLVÊNCIA e fragilidade financeira — não diz nada sobre preço nem sobre qualidade do negócio.
Limitação
Calibrado para empresas não-financeiras; usa a variante Z'' por setor e país. Usa o balanço do último exercício fechado: uma piora muito recente pode ainda não ter aparecido nos números.
Aplicação nesta empresa
O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
PEG (estilo Peter Lynch)
O preço desta ação está alinhado ao ritmo de crescimento dos seus lucros?
O modelo PEG (estilo Lynch) usa a taxa de crescimento do lucro (g) — precisa de mais anos de histórico, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Quem criou
Peter Lynch
Problema que resolve
Lynch percebeu que um P/L "alto" pode ser justo se a empresa cresce rápido — e um P/L "baixo" pode ser caro se ela não cresce. O PEG corrige o P/L pelo crescimento.
Como calcula
PEG = P/L ÷ taxa de crescimento anual do lucro (g, em %). Regra de bolso de Lynch: PEG próximo de 1 é equilíbrio; abaixo de 1, o preço acompanha (ou fica atrás do) crescimento; acima de 1, o preço corre na frente.
Quando funciona
Em empresas de crescimento consistente e previsível, onde dá para estimar uma taxa (g) confiável — o terreno onde Lynch construiu seu histórico.
Quando o modelo falha
Quando o crescimento é instável ou impossível de estimar, ou quando a empresa não cresce (g zero ou negativo torna o PEG sem sentido).
Como interpretar
PEG perto de 1 sugere preço e crescimento em equilíbrio pela régua de Lynch; quanto menor, mais o preço acompanha o crescimento. É uma lente sobre o P/L, não um veredito final.
Limitação
Depende inteiramente da estimativa de crescimento (g) — mude o g e o PEG muda tudo. Ignora dívida, qualidade e dividendos. Não funciona em empresas que não crescem.
Aplicação nesta empresa
O modelo PEG (estilo Lynch) usa a taxa de crescimento do lucro (g) — precisa de mais anos de histórico, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.
Conteúdo educacional. Os selos aplicam fórmulas públicas a números datados e não são recomendação de compra ou venda. Mesma empresa, mesma data e mesma fórmula produzem sempre o mesmo selo.
Rendimentos
A XPLG11 distribui RENDIMENTO mensal (não "dividendo" de empresa) aos cotistas, isento de IR para pessoa física. O valor vem dos aluguéis que os galpões pagam — em boa parte reajustados por IPCA — e por isso varia mês a mês: os pagamentos recentes giraram em torno de R$ 0,82 por cota (referência jul/2026). Diferente da renda fixa, esse rendimento não é garantido nem prefixado: se a vacância subir, um inquilino grande sair ou os contratos forem renegociados para baixo, a distribuição pode diminuir. A regularidade histórica ajuda o planejamento, mas rendimento passado não garante rendimento futuro.
Crescimento
Um FII de tijolo não "cresce lucro" como uma empresa. Ele cresce o patrimônio comprando novos galpões (via novas emissões de cotas, captando dinheiro no mercado) e melhora o resultado ao aumentar a ocupação, reajustar aluguéis (IPCA) e negociar bons contratos. O que sustenta a distribuição é o fluxo de aluguéis — logo, o "crescimento" do rendimento depende do ciclo imobiliário logístico, da demanda por galpões (puxada pelo e-commerce) e da capacidade da gestora de manter os imóveis ocupados a bons preços. Juros altos costumam encarecer novas captações e pressionar o preço da cota.
Quem controla a empresa
- Gestora: XP Asset Management — decide quais galpões comprar, vender e como negociar os contratos de locação (gestão ativa).
- Administradora: instituição financeira responsável pela estrutura legal e operacional do fundo (confirme o nome vigente no informe mensal — a estrutura pode mudar).
- Taxa de administração/gestão: em torno de 0,95% ao ano sobre o patrimônio líquido (com piso mensal contratual, conforme dados de jul/2026). É o custo que o cotista paga pela gestão profissional — sempre confira a taxa vigente no regulamento e no informe.
- Para o cotista: você é sócio de uma carteira de galpões geridos por terceiros; a qualidade da gestão imobiliária (ocupação, contratos, escolha de ativos) é o ativo estratégico nº 1.
Concorrentes
nível: raio-x
| Perfil | Rendimento | Risco principal | |
|---|---|---|---|
| XPLG11 | FII de TIJOLO (galpões logísticos), gestão XP Asset | Mensal, isento p/ PF, ~10,7% em 12m | Vacância / concentração de inquilinos |
| HGLG11 | FII de TIJOLO (galpões logísticos), gestão Pátria/CSHG | Mensal, isento p/ PF (aluguéis) | Vacância física / valor dos imóveis |
| MXRF11 | FII de PAPEL (CRIs) — vive de juros, não de aluguel | Mensal, isento p/ PF | Crédito / inadimplência dos CRIs |
Imposto de Renda: como declarar
nível: avançado
Regras vigentes em 2026 — a isenção de FIIs é definida em lei e PODE mudar; confirme na Receita/seu contador.
- Rendimento mensal: ISENTO de IR para pessoa física, desde que o FII tenha mais de 50 cotistas, seja negociado em Bolsa e o cotista tenha menos de 10% das cotas (a XPLG11 cumpre isso com folga).
- Ganho de capital na venda: se você vender a cota por preço maior que o de compra, o lucro é tributado em 20% — SEM a faixa de isenção de R$ 20 mil/mês que existe para ações. DARF até o último dia útil do mês seguinte.
- Come-cotas: NÃO se aplica a FII (é um mecanismo de fundos comuns). No FII você só paga imposto no ganho de capital da venda.
- Na declaração anual: cotas em Bens e Direitos, grupo 07 (Fundos), código específico de FII, pelo custo de aquisição; rendimentos recebidos em "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis".
Perguntas frequentes
Depende do seu objetivo, prazo e tolerância ao risco — e isto não é recomendação. A XPLG11 é um FII de tijolo logístico, líquido e com rendimento mensal isento de IR, mas carrega os riscos típicos do tijolo: vacância (galpão vazio), inadimplência e concentração de inquilinos. O essencial é entender que você está comprando uma carteira de galpões alugados, não um imóvel único nem renda fixa, e ver como isso se encaixa no seu plano e na sua diversificação.
Não. O rendimento vem dos aluguéis dos galpões e muda todo mês. Se a vacância subir, um grande inquilino sair ou os contratos forem renegociados para baixo, a distribuição pode diminuir. Rendimento passado não garante rendimento futuro, e um FII não é renda fixa.
Vacância é a parte dos imóveis que está vazia (física) ou da receita de aluguel que está sendo perdida (financeira). Num FII de tijolo, galpão vazio não paga aluguel — então vacância subindo é a ameaça número 1 ao rendimento. É o primeiro indicador a checar no relatório gerencial mensal.
Em jul/2026 o P/VP estava em torno de 0,88 — a cota (~R$ 92) valia menos que o valor avaliado dos galpões (~R$ 105/cota). Isso costuma acontecer quando os juros estão altos (a renda fixa fica mais atraente e pressiona os FIIs) ou quando o mercado teme vacância/queda no valor dos imóveis. Desconto pode ser oportunidade ou sinal de alerta — não é, por si só, garantia de nada.
Tijolo, como a XPLG11, compra imóveis físicos (galpões, shoppings, lajes) e vive de aluguel — o risco é vacância. Papel investe em títulos de dívida imobiliária (CRIs) e vive de juros — o risco é crédito (o devedor não pagar). São mecânicas diferentes e se analisam de formas diferentes.
É quando poucos grandes locatários (ou um único setor, como e-commerce) respondem por boa parte da receita de aluguel do fundo. Se um deles sai ou dá calote, o rendimento cai de forma relevante. Por isso a diversificação de inquilinos, setores e prazos de contrato é uma proteção importante — vale checar no relatório gerencial quanto os maiores inquilinos representam.
Contrato típico segue a lei do inquilinato padrão: tem reajuste periódico e é mais fácil de rescindir. Contrato atípico (built-to-suit / sale-and-leaseback) é de longo prazo, com multa pesada se o inquilino sair antes — dá muita previsibilidade de receita. Um fundo com mais contratos atípicos tende a ter aluguel mais estável e previsível.
Para pessoa física, o rendimento mensal é isento de IR (regra atual dos FIIs, cumpridos os requisitos legais — que a XPLG11 atende). Atenção: a isenção vale para o rendimento; o ganho de capital na VENDA da cota é tributado em 20%. E a isenção é definida em lei, que pode mudar.
Fundos parecidos
Notícias e fatos relevantes
Notícia mexe no preço no curto prazo — mas o que muda a TESE são os fatos relevantes que a empresa é obrigada a publicar (resultados, dividendos, mudanças de comando). Antes de reagir a manchete, confira a fonte oficial.
💡 Regra da casa: notícia contextualiza — quem decide é o seu método e o seu plano.
Converse com quem também estuda
O que outros investidores pensam sobre empresas como esta? A comunidade do Meta de Rico está aberta a todos — gratuita por tempo limitado (depois, só para assinantes). Dúvidas viram conteúdo, opiniões são rotuladas como opiniões.
Aprenda e coloque em prática
Entendeu XP Log. E agora?
Cada caminho é um próximo passo de estudo — você decide por onde seguir.
✓ Você entendeu XPLG11.
Agora faça o mesmo com empresas do mesmo setor — comparar é como o olho aprende o que é caro e o que é barato:
Como a XP Log se encaixa no seu plano?
Monte seu plano financeiro com a IA e descubra se faz sentido pra você — grátis, em 3 minutos.
Estudar a empresa é metade do caminho — a outra metade é ter método pra decidir. O Estratégias Vencedoras é o curso do time por trás do Meta de Rico: critérios de entrada e saída, gerenciamento de risco e consistência, passo a passo.
Conhecer o método →Conteúdo educacional — não é recomendação de investimento.
Fontes e transparência
Conteúdo educacional produzido pelo Meta de Rico — rascunho assistido por IA, revisado por humano antes de publicar. Atualizado em 2026-07-05.
Conteúdo educacional do Meta de Rico — não é recomendação de investimento. Indicadores e gráficos são aproximados; confirme os números atuais nas fontes oficiais. Faça sua própria análise e considere seu perfil.