META DE RICO
Vale a pena estudar a Maxi Renda?
Pouco atrativa

Fundo imobiliário que distribuiu 12,24% nos últimos 12 meses — principal risco: risco de crédito / inadimplência.

Por que o Meta de Rico chegou a essa conclusão?
  • paga poucos dividendos: yield de 1,03%
Dividendos
A cada R$ 10.000 investidos, o pago nos últimos 12 meses equivale a ≈ R$ 103.
Score Meta de Rico
Esta classificação é calculada automaticamente pelos modelos do Meta de Rico com base nos dados públicos da CVM. Ela descreve como a metodologia avalia o ativo hoje e não representa recomendação individual de investimento.
⚠️ Atenção antes de investir
O maior risco desta empresa: Risco de crédito / inadimplência

se um devedor dos CRIs atrasar ou não pagar, o rendimento cai. É o risco central de um FII de papel.

Ver todos os riscos →
Resumo em 30 segundos

A MXRF11 é um fundo imobiliário de "papel": em vez de comprar prédios, ela empresta dinheiro ao setor imobiliário comprando CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Recebe os juros dessas dívidas — indexados a CDI e IPCA — e repassa quase tudo aos cotistas em rendimentos mensais, isentos de IR para pessoa física. É o FII com mais cotistas do país, cota barata (perto de R$ 10) e alta liquidez. O risco não é vacância de imóvel, e sim crédito: se algum devedor não pagar (inadimplência), o rendimento cai. Rendimento passado não garante o futuro e não é renda fixa.

Resumo em 2 minutos

A MXRF11 (Maxi Renda) é um Fundo de Investimento Imobiliário majoritariamente de "papel": em vez de comprar imóveis físicos, ela investe o dinheiro dos cotistas principalmente em CRIs — Certificados de Recebíveis Imobiliários, que são títulos de dívida lastreados em operações imobiliárias (financiamentos, aluguéis, incorporações). Há uma parcela pequena e diversificada em outras operações (inclusive alguma exposição a cotas de outros fundos), mas o coração da carteira são os recebíveis. Na prática, o fundo empresta ao setor imobiliário e vive dos juros que recebe. O fundo compra CRIs que pagam juros indexados a CDI (atrelado à Selic) ou a IPCA (inflação) mais uma taxa prefixada. Esses juros entram no caixa do fundo mês a mês. Depois de custos (como a taxa de administração), a maior parte desse resultado é distribuída aos cotistas na forma de rendimento mensal. Como a lei exige que FIIs distribuam ao menos 95% do lucro caixa semestral, e como a carteira gera juros de forma recorrente, o fundo consegue pagar rendimentos com regularidade — sempre variáveis, nunca fixos.

Resumo completo

A MXRF11 (Maxi Renda) é um Fundo de Investimento Imobiliário majoritariamente de "papel": investe principalmente em CRIs (títulos de dívida imobiliária) indexados a CDI e IPCA, recebe os juros e distribui a maior parte como rendimento MENSAL isento de IR para pessoa física. É o FII com mais cotistas do Brasil (~1,47 milhão), com cota barata (perto de R$ 10), P/VP ~1,04, PL ~R$ 4,3 bilhões e DY de ~12% em 12 meses. Administrado pelo BTG Pactual e gerido pela XP Vista Asset (gestão ativa, taxa ~0,90% a.a.). Os indicadores que importam num FII de papel são P/VP, dividend yield (mensal e 12m), último rendimento por cota, patrimônio líquido, nº de cotistas e liquidez — NÃO os múltiplos de empresa (não há DRE, EBITDA ou ROE clássico). O risco central não é vacância física, e sim CRÉDITO: inadimplência dos CRIs e marcação a mercado quando os juros mudam. O rendimento não é garantido nem é renda fixa; o ganho de capital na venda é tributado em 20%. Em resumo: um FII de crédito imobiliário popular, líquido e de renda mensal, mas cujo resultado depende da qualidade da carteira e do ciclo de juros.

Principais riscos
  • Risco de crédito / inadimplência: se um devedor dos CRIs atrasar ou não pagar, o rendimento cai. É o risco central de um FII de papel.
  • Marcação a mercado: quando os juros de mercado mudam, o valor dos títulos (e do patrimônio) oscila — o preço da cota pode cair mesmo com o fundo pagando em dia.
  • Rendimento NÃO é garantido e NÃO é renda fixa: o valor por cota varia mês a mês conforme os juros recebidos e a saúde da carteira.
  • Sensibilidade a juros e inflação: DY e receita dependem do nível de Selic/CDI e do IPCA — em ciclos de queda de juros, a distribuição tende a recuar.
  • Tributação na venda: o rendimento mensal é isento, mas o GANHO DE CAPITAL na venda da cota é tributado em 20% (e o come-cotas, típico de fundos comuns, NÃO se aplica a FII).
Principais oportunidades
  • Rendimento mensal isento de IR para pessoa física (regra atual dos FIIs).
  • Cota barata (perto de R$ 10) e altíssima liquidez — é o FII com mais cotistas do Brasil, fácil de comprar e vender.
  • Carteira de crédito pulverizada em muitos CRIs, reduzindo o peso de um único devedor.
  • Exposição indexada a CDI e IPCA — tende a acompanhar juros e inflação, sem depender de ocupar imóveis.
Fundo Imobiliário — Recebíveis (papel) · B3FII

Maxi Renda MXRF11 · Fundo de Investimento Imobiliário (FII) — cotas

O FII de papel mais popular do Brasil — recebe juros de dívidas imobiliárias (CRIs) e distribui a maior parte como rendimento mensal isento de IR.

R$ 9,63▲ 0,31%
Volume: 1,5 mi
P/VP
n/c
DY (12m)
n/c
Últ. rendimento
n/c
Patrimônio
n/c
Cotação de 28/07 às 16:00 · dados de mercado com atraso (não é cotação em tempo real) · múltiplos derivados de preço usam essa cotação — metodologia na seção "Nossa metodologia"
📌 Conteúdo educacional de referência. Indicadores, rendimentos e P/VP são aproximados e variam todos os dias — confirme os números atuais no informe mensal do fundo (RI/gestora) e na B3. Rendimento passado NÃO garante rendimento futuro; um FII não é renda fixa. A isenção de IR do rendimento é definida em lei e pode mudar. Isto não é recomendação de compra ou venda.
/100
Score Meta de Rico
Frágil
Está cara?
Paga dividendo?
Paga pouco
DY 1,03% (12m)
É arriscada?
Perfil
FII
Veredito determinístico dos modelos clássicos (Graham · Bazin · Piotroski · Altman) sobre dados da CVM. Não é recomendação — veja o porquê de cada número.

Raio-X referência de 28/07/2026 · dados de mercado com atraso

nível: raio-x
Preço
R$ 9,63
▲ 0,31% no dia
Valor de mercado
P/L
preço ÷ lucro por ação
P/VP
preço ÷ valor patrimonial
EV/EBITDA
valor da firma ÷ geração de caixa
ROE
retorno sobre o patrimônio
Margem EBITDA
eficiência operacional
Dívida total
Cotação de mercado com atraso, coletada e datada na origem; fundamentos apurados de demonstrações públicas (CVM). Não é recomendação.
🤖 Resumo da IA

A MXRF11 (Maxi Renda) é um Fundo de Investimento Imobiliário majoritariamente de "papel": investe principalmente em CRIs (títulos de dívida imobiliária) indexados a CDI e IPCA, recebe os juros e distribui a maior parte como rendimento MENSAL isento de IR para pessoa física. É o FII com mais cotistas do Brasil (~1,47 milhão), com cota barata (perto de R$ 10), P/VP ~1,04, PL ~R$ 4,3 bilhões e DY de ~12% em 12 meses. Administrado pelo BTG Pactual e gerido pela XP Vista Asset (gestão ativa, taxa ~0,90% a.a.). Os indicadores que importam num FII de papel são P/VP, dividend yield (mensal e 12m), último rendimento por cota, patrimônio líquido, nº de cotistas e liquidez — NÃO os múltiplos de empresa (não há DRE, EBITDA ou ROE clássico). O risco central não é vacância física, e sim CRÉDITO: inadimplência dos CRIs e marcação a mercado quando os juros mudam. O rendimento não é garantido nem é renda fixa; o ganho de capital na venda é tributado em 20%. Em resumo: um FII de crédito imobiliário popular, líquido e de renda mensal, mas cujo resultado depende da qualidade da carteira e do ciclo de juros.

Por onde começar — os 5 pontos que importam

Um FII de papel não se analisa como uma ação nem como um FII de tijolo. Ignore os múltiplos de empresa e comece por estes 5 pontos — nesta ordem.

É papel, não tijoloA MXRF11 quase não tem imóveis. Ela investe majoritariamente em CRIs — títulos de dívida do setor imobiliário. Ou seja: ela é credora, recebe juros. Por isso não faz sentido falar em "vacância física" aqui como no shopping ou galpão logístico.
De onde vem o rendimentoOs CRIs pagam juros indexados a CDI (que segue a Selic) ou a IPCA (inflação) mais uma taxa. É esse fluxo de juros que abastece a distribuição mensal. Quando a Selic ou a inflação sobem, a receita dos CRIs tende a acompanhar.
O indicador-rei é o P/VPP/VP compara o preço da cota com o valor patrimonial dela (~R$ 9,37). Perto de 1,00 significa que você paga aproximadamente o valor "de livro" da carteira. Acima de 1 = ágio; abaixo = desconto. Num FII de papel, P/VP muito acima de 1 exige atenção.
O rendimento é mensal e isento — mas não garantidoEla distribui rendimento todo mês (últimos R$ 0,10/cota), isento de IR para pessoa física. Isento não quer dizer garantido: o valor muda conforme os juros recebidos e a inadimplência dos CRIs. Não é renda fixa.
O risco real é créditoO que pode estragar o resultado não é um imóvel vazio — é um devedor que atrasa ou não paga (risco de crédito/inadimplência) e a marcação a mercado dos títulos quando os juros mudam. Entender a qualidade da carteira de CRIs é o que importa.

O que a Maxi Renda faz

A MXRF11 (Maxi Renda) é um Fundo de Investimento Imobiliário majoritariamente de "papel": em vez de comprar imóveis físicos, ela investe o dinheiro dos cotistas principalmente em CRIs — Certificados de Recebíveis Imobiliários, que são títulos de dívida lastreados em operações imobiliárias (financiamentos, aluguéis, incorporações). Há uma parcela pequena e diversificada em outras operações (inclusive alguma exposição a cotas de outros fundos), mas o coração da carteira são os recebíveis. Na prática, o fundo empresta ao setor imobiliário e vive dos juros que recebe.

Como ela ganha dinheiro

O fundo compra CRIs que pagam juros indexados a CDI (atrelado à Selic) ou a IPCA (inflação) mais uma taxa prefixada. Esses juros entram no caixa do fundo mês a mês. Depois de custos (como a taxa de administração), a maior parte desse resultado é distribuída aos cotistas na forma de rendimento mensal. Como a lei exige que FIIs distribuam ao menos 95% do lucro caixa semestral, e como a carteira gera juros de forma recorrente, o fundo consegue pagar rendimentos com regularidade — sempre variáveis, nunca fixos.

O que move esta ação

nível: raio-x

Os drivers que explicam a maior parte da oscilação — acompanhe estes, não o ruído diário.

📈 Selic / CDI

Boa parte dos CRIs paga CDI + taxa. Selic alta engorda a receita de juros e tende a sustentar o rendimento; queda de juros reduz a distribuição dos títulos pós-fixados.

📈 IPCA (inflação)

Outra parte dos CRIs é indexada a IPCA + taxa. Inflação mais alta eleva a correção desses títulos, protegendo o poder de compra do rendimento — mas também mexe na marcação a mercado.

📈 Crédito privado e saúde do setor imobiliário

A capacidade dos devedores de pagar os CRIs depende do ciclo imobiliário e do crédito. Piora no setor eleva o risco de inadimplência e pressiona o resultado.

Vantagens e riscos

🟢 Vantagens competitivas

  • Rendimento mensal isento de IR para pessoa física (regra atual dos FIIs).
  • Cota barata (perto de R$ 10) e altíssima liquidez — é o FII com mais cotistas do Brasil, fácil de comprar e vender.
  • Carteira de crédito pulverizada em muitos CRIs, reduzindo o peso de um único devedor.
  • Exposição indexada a CDI e IPCA — tende a acompanhar juros e inflação, sem depender de ocupar imóveis.

🔴 Riscos

  • Risco de crédito / inadimplência: se um devedor dos CRIs atrasar ou não pagar, o rendimento cai. É o risco central de um FII de papel.
  • Marcação a mercado: quando os juros de mercado mudam, o valor dos títulos (e do patrimônio) oscila — o preço da cota pode cair mesmo com o fundo pagando em dia.
  • Rendimento NÃO é garantido e NÃO é renda fixa: o valor por cota varia mês a mês conforme os juros recebidos e a saúde da carteira.
  • Sensibilidade a juros e inflação: DY e receita dependem do nível de Selic/CDI e do IPCA — em ciclos de queda de juros, a distribuição tende a recuar.
  • Tributação na venda: o rendimento mensal é isento, mas o GANHO DE CAPITAL na venda da cota é tributado em 20% (e o come-cotas, típico de fundos comuns, NÃO se aplica a FII).

Os indicadores, explicados

nível: raio-x

O que cada número significa, como interpretá-lo — e o que ele diz sobre a Maxi Renda.

P/VP (Preço / Valor Patrimonial)
Compara o preço da cota na Bolsa com o valor patrimonial dela (o quanto vale a carteira do fundo dividida pelo nº de cotas).
📐 Perto de 1,00 = você paga aproximadamente o valor de livro. Acima de 1 = ágio (mercado paga prêmio); abaixo de 1 = desconto. Num FII de papel, P/VP é o termômetro nº 1 de "caro ou barato".
Na Maxi Renda: ≈ 1,04 — a cota (~R$ 9,76) negocia bem perto do valor patrimonial (~R$ 9,37). Sem grande ágio nem desconto relevante.
Dividend Yield mensal
O rendimento do mês (ex.: R$ 0,10) dividido pelo preço da cota. Mostra quanto o fundo pagou naquele mês em relação ao preço. ver no glossário →
📐 Num FII, o DY é olhado mês a mês E acumulado em 12 meses. ⚠️ Um DY mensal alto pontual pode incluir ganho não recorrente — não anualize um mês isolado como se fosse garantido.
Na Maxi Renda: Último rendimento de R$ 0,10 sobre ~R$ 9,76 = ~1,0% no mês. Isento de IR para pessoa física. O valor muda todo mês conforme os juros recebidos.
Dividend Yield 12 meses
Soma dos rendimentos dos últimos 12 meses dividida pelo preço atual da cota. ver no glossário →
📐 É a foto mais estável do "quanto rende". Compare com o CDI do período: um FII de papel costuma buscar CDI + um prêmio, com mais risco que a renda fixa.
Na Maxi Renda: ≈ 12,2% em 12 meses (isento de IR p/ PF). Reflete um período de Selic elevada — se os juros caírem, tende a recuar.
Patrimônio Líquido (PL)
O valor total da carteira do fundo (soma dos CRIs e demais ativos, menos obrigações).
📐 PL grande = fundo mais robusto, mais diversificado e geralmente mais líquido. Mas tamanho não garante rentabilidade — só reduz o peso de um único ativo.
Na Maxi Renda: ≈ R$ 4,3 bilhões, entre os maiores FIIs de papel do país — o que permite pulverizar o crédito em muitos CRIs.
FII de papel vs FII de tijolo
Papel = investe em títulos de dívida imobiliária (CRIs) e vive de juros. Tijolo = compra imóveis físicos (galpões, shoppings, lajes) e vive de aluguel.
📐 No tijolo, o risco central é vacância (imóvel vazio) e o valor do imóvel. No papel, o risco central é crédito (o devedor não pagar) e a marcação a mercado dos títulos.
Na Maxi Renda: A MXRF11 é majoritariamente de PAPEL (CRIs). Por isso não se olha "vacância física" aqui — olha-se a qualidade e a inadimplência da carteira de crédito.

Comparar com os pares

nível: raio-x

Como a Maxi Renda se posiciona frente aos concorrentes diretos — nos indicadores que importam e na nota geral do Meta de Rico.

EmpresaROEM. líq.ROICDYEV/EBITScore MdR
MXRF11 Maxi Renda1,0%
KNCR11 Kinea Rendimentos1,0%
HGLG11 CSHG Logística0,7%

Comparação com empresas do mesmo setor (base anual, consistente entre todas). Score Meta de Rico = nota composta dos modelos clássicos (Graham, Bazin, Piotroski, Altman, ROE, ROIC…) — 0 a 100. Não é recomendação.

Como os modelos clássicos enxergam Maxi Renda

Cada selo é do MODELO, não do Meta de Rico: diz se a empresa atende, não atende ou fica neutra aos critérios daquele método — com a fórmula, os números e os limites de cada um. Os números saem das demonstrações da CVM e da cotação de mercado, calculados pelo Meta de Rico (não copiados de outro site). Toque para abrir.

Bazin · Não atendeGraham · Atualiza com o mercadoFórmula Mágica · Atualiza com o mercadoQualidade (estilo Buffett) · Atualiza com o mercadoPiotroski F-Score · Atualiza com o mercadoAltman Z-Score · Atualiza com o mercadoPEG (estilo Peter Lynch) · Atualiza com o mercado

Bazin

Qual o preço máximo que eu pagaria por esta ação para receber um bom dividendo?

Segundo o modelo Bazin, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço atual está acima do teto de R$ 1,68.

Quem criou

Décio Bazin

Problema que resolve

Investidores que vivem (ou querem viver) de renda precisam de um teto de preço para que o dividendo recebido faça sentido — sem isso, paga-se caro por uma renda pequena.

Como calcula

Preço-teto = (dividendo dos últimos 12 meses por ação) ÷ 0,06. A premissa é exigir um dividend yield mínimo de 6% ao ano.

Dividendo 12 meses por açãoR$ 0,10
DY-alvo do modelo6,00%
Preço-teto (dividendo ÷ 0,06)R$ 1,68
Preço atualR$ 9,76

Quando funciona

Em empresas perenes, com lucro e dividendo estáveis e previsíveis ano após ano — onde o dividendo passado é uma boa pista do dividendo futuro.

Quando o modelo falha

Quando o dividendo passado não diz nada sobre o futuro — empresas em crescimento que reinvestem tudo, ou negócios cujos lucros oscilam muito. O teto vira um número bonito sem lastro.

Como interpretar

O preço-teto NÃO é um alvo de compra: é o limite acima do qual, segundo a régua de Bazin, o dividendo deixa de compensar. Comparar o teto com o preço atual mostra de que lado da régua a ação está hoje.

Limitação

Olha só o dividendo — ignora dívida, crescimento e qualidade do negócio. Uma empresa pode estar "abaixo do teto" e ainda assim destruir valor. E o teto muda toda vez que o dividendo muda.

Aplicação nesta empresa

Segundo o modelo Bazin, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço atual está acima do teto de R$ 1,68.

Graham

Estou pagando um preço razoável por uma empresa de balanço sólido?

O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Benjamin Graham

Problema que resolve

O pai do investimento em valor queria um método objetivo para evitar pagar caro e exigir uma margem de segurança no preço.

Como calcula

Número de Graham = √(22,5 × LPA × VPA), onde LPA = lucro por ação e VPA = valor patrimonial por ação. A constante 22,5 vem de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5 (15 × 1,5 = 22,5).

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Em empresas maduras, lucrativas e com patrimônio real (indústria, varejo consolidado), onde balanço e lucro contam a história — o terreno onde Graham desenhou o método.

Quando o modelo falha

Em empresas sem lucro positivo (o número nem existe) e em negócios de ativos intangíveis (tecnologia, marcas), onde o valor patrimonial contábil pouco representa o valor real.

Como interpretar

O Número de Graham é uma referência teórica de "preço justo conservador". Preço abaixo dele sugere margem de segurança pela régua de Graham; acima, não. É um filtro de partida, não uma sentença.

Limitação

Conservador e antigo: tende a descartar empresas de crescimento e de capital leve. Usa contabilidade, que pode estar distorcida. Os 7 critérios completos (liquidez, histórico de lucro e dividendo) exigem mais dados do que o número isolado.

Aplicação nesta empresa

O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Fórmula Mágica

Esta é uma empresa boa (gera muito retorno sobre o capital) comprada por um preço bom?

O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Joel Greenblatt

Problema que resolve

Greenblatt quis unir, num ranking só, qualidade do negócio (quanto retorna sobre o capital) e preço (quanto se paga pelo lucro operacional) — comprar empresas boas baratas, de forma sistemática.

Como calcula

Combina dois indicadores por RANKING: ROIC (retorno sobre o capital investido) — quanto maior, melhor — e Earnings Yield = EBIT ÷ EV (ou 1 ÷ EV/EBIT) — quanto maior, melhor. A nota final é a soma das duas posições no ranking.

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Como FILTRO de uma carteira ampla e diversificada, comparando muitas empresas entre si — foi assim que Greenblatt testou e validou a fórmula, nunca em uma ação isolada.

Quando o modelo falha

Em uma única empresa olhada fora de um ranking, a "nota" não significa quase nada — a Fórmula Mágica é relativa, compara umas com as outras. Também tropeça em bancos e seguradoras (a conta de capital é diferente).

Como interpretar

Por ser um modelo de RANKING (relativo), o selo aqui costuma ser NEUTRO para uma empresa isolada: mostramos os dois números (ROIC e Earnings Yield) para você entender a régua, não para cravar aprovação.

Limitação

É um método de carteira e de média de longo prazo: pode passar anos atrás do mercado. Usa um retrato contábil de 12 meses, sensível a anos atípicos. Não avalia dívida nem governança.

Aplicação nesta empresa

O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Qualidade (estilo Buffett)

Este é um negócio excelente, com retornos altos e consistentes, que eu gostaria de ter por muito tempo?

O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Warren Buffett / Charlie Munger

Problema que resolve

Buffett deslocou o foco do "preço barato" para a "qualidade do negócio": prefere uma empresa excelente a um preço justo do que uma medíocre a um preço de banana.

Como calcula

Não há fórmula fechada — é uma APROXIMAÇÃO declarada por proxies de qualidade: ROE alto e consistente (≈ acima de 15%), margem líquida saudável e dívida sob controle, sustentados por anos (uma vantagem competitiva durável).

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Em empresas com marca forte, vantagem competitiva e histórico longo de retornos altos e estáveis (consumo, serviços essenciais) — onde o passado de qualidade tende a se repetir.

Quando o modelo falha

Quando se olha um único ano: qualidade Buffett é sobre CONSISTÊNCIA de muitos anos, não um retrato. Um ROE alto num ano isolado não prova vantagem durável.

Como interpretar

Tratamos como APROXIMAÇÃO declarada: os proxies (ROE, margem, dívida) sugerem qualidade, mas não capturam o que Buffett mais valoriza — a vantagem competitiva durável e a confiança na gestão, que não cabem num número.

Limitação

Qualidade alta não diz nada sobre PREÇO: pode-se pagar caro demais por um ótimo negócio. E os proxies de um ano não provam durabilidade — só o histórico longo prova.

Aplicação nesta empresa

O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Piotroski F-Score

A saúde financeira desta empresa está melhorando ou piorando de um ano para o outro?

O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Joseph Piotroski

Problema que resolve

Piotroski queria separar, entre empresas aparentemente baratas, as que estavam realmente melhorando das que eram baratas porque iam mal.

Como calcula

Soma 9 sinais binários (1 ponto cada) em três grupos: rentabilidade (lucro positivo, fluxo de caixa operacional positivo, ROA subindo, caixa maior que o lucro), alavancagem/liquidez (dívida caindo, liquidez corrente subindo, sem emissão de ações) e eficiência (margem bruta subindo, giro do ativo subindo). Nota de 0 a 9.

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Como filtro de qualidade DENTRO de uma cesta de ações baratas (P/VP baixo): separa as que estão se recuperando das armadilhas de valor. Foi para isso que Piotroski o construiu.

Quando o modelo falha

Como sinal isolado de compra (ele complementa, não substitui o preço). E em bancos e seguradoras, onde os 9 sinais — pensados para empresas operacionais — perdem o sentido.

Como interpretar

Nota alta (6+) indica saúde financeira em melhora no último exercício; nota baixa (0–2) indica deterioração. É um termômetro de TENDÊNCIA do balanço de um ano para o outro, não um preço nem um selo de qualidade — diz se a empresa está ficando mais ou menos sólida. Nós avaliamos 8 dos 9 sinais: o 9º (emissão de novas ações) exige a contagem histórica de ações, que as demonstrações da CVM não trazem.

Limitação

Exige duas demonstrações financeiras seguidas para comparar (variações ano-a-ano). É puramente contábil e retrospectivo: mede o que já aconteceu, não o futuro. Um ano isolado ruim numa empresa sólida derruba a nota — leia sempre como tendência do ano, não como veredito sobre o negócio.

Aplicação nesta empresa

O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Altman Z-Score

Qual o risco de esta empresa entrar em insolvência (quebrar) nos próximos anos?

O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Edward Altman

Problema que resolve

Altman buscou um único número que sinalizasse, com antecedência, a probabilidade de falência — antes que o problema ficasse óbvio no balanço.

Como calcula

Combina indicadores de balanço em pesos calibrados. A versão para mercados emergentes (Z'') usa: capital de giro/ativos, lucros retidos/ativos, EBIT/ativos e patrimônio/passivo total. Acima de uma faixa = zona segura; abaixo = zona de alerta.

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Em empresas industriais e operacionais de capital intensivo, para acender uma luz amarela ANTES da crise — o uso clássico e validado do modelo. Usamos a variante Z'' que o próprio Altman recomenda para mercados emergentes.

Quando o modelo falha

Em bancos, seguradoras e empresas financeiras, cuja estrutura de balanço é completamente diferente da que o modelo pressupõe.

Como interpretar

Faixas do Z'': acima de 2,6 = zona segura; entre 1,1 e 2,6 = zona cinzenta (atenção); abaixo de 1,1 = zona de alerta. Z alto = baixo risco de insolvência. É um medidor de SOLVÊNCIA e fragilidade financeira — não diz nada sobre preço nem sobre qualidade do negócio.

Limitação

Calibrado para empresas não-financeiras; usa a variante Z'' por setor e país. Usa o balanço do último exercício fechado: uma piora muito recente pode ainda não ter aparecido nos números.

Aplicação nesta empresa

O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

PEG (estilo Peter Lynch)

O preço desta ação está alinhado ao ritmo de crescimento dos seus lucros?

O modelo PEG (estilo Lynch) usa a taxa de crescimento do lucro (g) — precisa de mais anos de histórico, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Peter Lynch

Problema que resolve

Lynch percebeu que um P/L "alto" pode ser justo se a empresa cresce rápido — e um P/L "baixo" pode ser caro se ela não cresce. O PEG corrige o P/L pelo crescimento.

Como calcula

PEG = P/L ÷ taxa de crescimento anual do lucro (g, em %). Regra de bolso de Lynch: PEG próximo de 1 é equilíbrio; abaixo de 1, o preço acompanha (ou fica atrás do) crescimento; acima de 1, o preço corre na frente.

P/L4,31
Crescimento do lucro (g)
PEG (P/L ÷ g)não calculável sem uma taxa de crescimento positiva

Quando funciona

Em empresas de crescimento consistente e previsível, onde dá para estimar uma taxa (g) confiável — o terreno onde Lynch construiu seu histórico.

Quando o modelo falha

Quando o crescimento é instável ou impossível de estimar, ou quando a empresa não cresce (g zero ou negativo torna o PEG sem sentido).

Como interpretar

PEG perto de 1 sugere preço e crescimento em equilíbrio pela régua de Lynch; quanto menor, mais o preço acompanha o crescimento. É uma lente sobre o P/L, não um veredito final.

Limitação

Depende inteiramente da estimativa de crescimento (g) — mude o g e o PEG muda tudo. Ignora dívida, qualidade e dividendos. Não funciona em empresas que não crescem.

Aplicação nesta empresa

O modelo PEG (estilo Lynch) usa a taxa de crescimento do lucro (g) — precisa de mais anos de histórico, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Conteúdo educacional. Os selos aplicam fórmulas públicas a números datados e não são recomendação de compra ou venda. Mesma empresa, mesma data e mesma fórmula produzem sempre o mesmo selo.

📊 Qualidade dos dadosAtualizado: 28/07/2026
Dados CVM★★★★★sem demonstração CVM
Mercado★★★★★cotação e múltiplos · dados de mercado com atraso
Narrativa★★★★★editorial
Notas explicativas★★★★ingestão estruturada em roadmap
Eventos★★★★fatos relevantes em roadmap
Cada bloco da página informa a própria fonte e competência. Só publicamos após os testes de integridade dos dados.

Rendimentos

A MXRF11 distribui RENDIMENTO mensal (não "dividendo" de empresa) aos cotistas, isento de IR para pessoa física. O valor vem dos juros que os CRIs da carteira pagam — indexados a CDI e IPCA — e por isso varia mês a mês: os últimos pagamentos giraram em torno de R$ 0,10 por cota. Diferente da renda fixa, esse rendimento não é garantido nem prefixado: se a inadimplência subir ou os juros caírem, a distribuição pode diminuir. A regularidade histórica ajuda o planejamento, mas rendimento passado não garante rendimento futuro.

Crescimento

Um FII de papel não "cresce lucro" como uma empresa. Ele pode crescer o patrimônio via novas emissões de cotas (captando dinheiro para comprar mais CRIs) e melhorar o resultado ajustando a carteira para títulos com melhor relação risco/retorno. O que sustenta a distribuição é o fluxo de juros dos CRIs — logo, o "crescimento" do rendimento está mais ligado ao ciclo de juros (Selic/CDI) e à inflação (IPCA) do que a uma expansão operacional.

Quem controla a empresa

ControladorFundo de condomínio fechado, sem "dono" — as cotas são negociadas em Bolsa. A administração e a gestão são terceirizadas a instituições profissionais.
Free float100% das cotas em circulação na B3 (fundo de cotas, sem controlador).
  • Administradora: BTG Pactual Serviços Financeiros — responsável pela estrutura legal e operacional do fundo.
  • Gestora: XP Vista Asset Management — decide quais CRIs e ativos entram e saem da carteira (gestão ativa).
  • Taxa de administração: ≈ 0,90% ao ano sobre o patrimônio (com piso mensal contratual). É o custo que o cotista paga pela gestão profissional — sempre confira a taxa vigente no regulamento e no informe mensal.
  • Para o cotista: você é sócio de uma carteira de dívidas imobiliárias geridas por terceiros; a qualidade dessa gestão de crédito é o ativo estratégico nº 1.

Concorrentes

nível: raio-x
KNCR11 (Kinea Rendimentos) — FII de papel focado em CRIs pós-fixados (CDI), gerido pela Kinea/Itaú — um dos maiores pares diretos.
IRDM11 (Iridium Recebíveis) — FII de papel com mix de CDI e IPCA e gestão ativa reconhecida no segmento de crédito.
KNIP11 (Kinea Índices de Preços) — FII de papel majoritariamente indexado a IPCA — perfil mais atrelado à inflação.
PerfilRendimentoRisco principal
MXRF11FII de papel (CRIs) — cota barata, muito líquidoMensal, isento p/ PF, ~12% em 12mCrédito / inadimplência dos CRIs
KNCR11FII de papel (CRIs pós-fixados, CDI)Mensal, isento p/ PFCrédito / ciclo de juros
HGLG11FII de TIJOLO (galpões logísticos)Mensal, isento p/ PF (aluguéis)Vacância física / valor dos imóveis

Imposto de Renda: como declarar

nível: avançado

Regras vigentes em 2026 — a isenção de FIIs é definida em lei e PODE mudar; confirme na Receita/seu contador.

  • Rendimento mensal: ISENTO de IR para pessoa física, desde que o FII tenha mais de 50 cotistas, seja negociado em Bolsa e o cotista tenha menos de 10% das cotas (a MXRF11 cumpre isso com folga).
  • Ganho de capital na venda: se você vender a cota por preço maior que o de compra, o lucro é tributado em 20% — SEM a faixa de isenção de R$ 20 mil/mês que existe para ações. DARF até o último dia útil do mês seguinte.
  • Come-cotas: NÃO se aplica a FII (é um mecanismo de fundos comuns). No FII você só paga imposto no ganho de capital da venda.
  • Na declaração anual: cotas em Bens e Direitos, grupo 07 (Fundos), código específico de FII, pelo custo de aquisição; rendimentos recebidos em "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis".

Perguntas frequentes

MXRF11 é um bom investimento?

Depende do seu objetivo, prazo e tolerância ao risco — e isto não é recomendação. A MXRF11 é um FII de papel popular, líquido e com rendimento mensal isento de IR, mas carrega risco de crédito (inadimplência dos CRIs) e oscila com os juros. O essencial é entender que você está comprando uma carteira de dívidas imobiliárias, não um imóvel nem renda fixa, e ver como isso se encaixa no seu plano e na sua diversificação.

O rendimento da MXRF11 é garantido?

Não. O rendimento vem dos juros que os CRIs pagam e muda todo mês. Se algum devedor atrasar ou não pagar, ou se a Selic cair, a distribuição pode diminuir. Rendimento passado não garante rendimento futuro, e um FII não é renda fixa.

Por que o preço da cota fica perto de R$ 10?

Porque a cota da MXRF11 sempre foi emitida e negociada em torno desse patamar, e o valor patrimonial por cota está perto de R$ 9,37. Como é um FII de papel, o preço tende a orbitar o valor patrimonial (P/VP ~1) — não há um "prédio se valorizando" para descolar muito a cota disso.

Qual a diferença entre FII de papel e FII de tijolo?

Tijolo compra imóveis físicos (galpões, shoppings, lajes) e vive de aluguel — o risco é vacância. Papel, como a MXRF11, investe em títulos de dívida imobiliária (CRIs) e vive de juros — o risco é crédito (o devedor não pagar). São mecânicas diferentes e se analisam de formas diferentes.

A MXRF11 paga todo mês?

Historicamente sim — ela distribui rendimento mensalmente (últimos pagamentos em torno de R$ 0,10 por cota). Mas o valor não é fixo: varia conforme os juros recebidos e a saúde da carteira. Regularidade histórica não é promessa de pagamento futuro.

O rendimento da MXRF11 é isento de Imposto de Renda?

Para pessoa física, o rendimento mensal é isento de IR (regra atual dos FIIs, cumpridos os requisitos legais — que a MXRF11 atende). Atenção: a isenção vale para o rendimento; o ganho de capital na VENDA da cota é tributado em 20%. E a isenção é definida em lei, que pode mudar.

O que são os CRIs que a MXRF11 compra?

CRI é o Certificado de Recebíveis Imobiliários: um título de dívida lastreado em operações imobiliárias (financiamentos, aluguéis, incorporações). Ao comprar um CRI, o fundo vira credor e recebe juros — indexados a CDI ou IPCA mais uma taxa. É desses juros que sai o rendimento mensal.

A MXRF11 tem risco de vacância como os FIIs de imóveis?

Não de forma relevante — ela é majoritariamente de papel, então quase não depende de ocupar imóveis. O risco equivalente aqui é a inadimplência: um devedor de CRI que não paga tem efeito parecido ao de um imóvel vazio num fundo de tijolo, mas a natureza é de crédito, não de aluguel.

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