META DE RICO
Vale a pena estudar a Kinea Rendimentos?
Pouco atrativa

Fundo imobiliário que distribuiu 13,41% nos últimos 12 meses — principal risco: sensibilidade à Selic.

Por que o Meta de Rico chegou a essa conclusão?
  • paga poucos dividendos: yield de 1,02%
Dividendos
A cada R$ 10.000 investidos, o pago nos últimos 12 meses equivale a ≈ R$ 102.
Score Meta de Rico
Esta classificação é calculada automaticamente pelos modelos do Meta de Rico com base nos dados públicos da CVM. Ela descreve como a metodologia avalia o ativo hoje e não representa recomendação individual de investimento.
⚠️ Atenção antes de investir
O maior risco desta empresa: O principal ponto de atenção

Sensibilidade à Selic AO CONTRÁRIO do que muitos esperam: por ser pós-fixada, o rendimento CAI quando os juros caem. Num ciclo de corte de Selic, a distribuição tende a recuar — este é o ponto-chave a entender.

Ver todos os riscos →
Resumo em 30 segundos

A KNCR11 é o maior fundo imobiliário de "papel" pós-fixado do país, gerido pela Kinea (grupo Itaú). Em vez de comprar prédios, ela empresta ao setor imobiliário comprando CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) majoritariamente indexados ao CDI — que acompanha a Selic. Recebe esses juros e repassa quase tudo aos cotistas em rendimentos mensais, isentos de IR para pessoa física. A grande característica: como a carteira é pós-fixada ao CDI, o rendimento SOBE quando os juros sobem e CAI quando eles caem — o oposto de um FII de papel indexado à inflação (IPCA). Por isso é o FII de papel mais parecido com renda fixa. O risco não é vacância de imóvel, e sim crédito: se algum devedor não pagar (inadimplência), o rendimento cai. Rendimento passado não garante o futuro e não é renda fixa.

Resumo em 2 minutos

A KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "papel": em vez de comprar imóveis físicos, ela investe o dinheiro dos cotistas majoritariamente em CRIs — Certificados de Recebíveis Imobiliários, que são títulos de dívida lastreados em operações imobiliárias (financiamentos, aluguéis, incorporações) — atrelados predominantemente ao CDI. Há parcelas complementares em instrumentos de caixa e crédito imobiliário. Na prática, o fundo empresta ao setor imobiliário e vive dos juros pós-fixados que recebe. É um dos maiores FIIs de papel do Brasil, gerido pela Kinea (gestora ligada ao grupo Itaú). O fundo compra CRIs que pagam juros pós-fixados — na maioria CDI + uma taxa prefixada. Esses juros entram no caixa do fundo mês a mês e acompanham a Selic: quando o Banco Central sobe os juros, a receita sobe; quando corta, a receita cai. Depois de custos (como a taxa de administração), a maior parte desse resultado é distribuída aos cotistas na forma de rendimento mensal. Como a lei exige que FIIs distribuam ao menos 95% do lucro caixa semestral, e como a carteira gera juros de forma recorrente, o fundo paga rendimentos com regularidade — sempre variáveis, nunca fixos, e diretamente ligados ao nível da Selic.

Resumo completo

A KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "papel" majoritariamente PÓS-FIXADO: investe principalmente em CRIs (títulos de dívida imobiliária) indexados ao CDI, recebe os juros e distribui a maior parte como rendimento MENSAL isento de IR para pessoa física. É um dos maiores FIIs de papel do Brasil (PL ~R$ 11 bi, ~559 mil cotistas), gerido pela Kinea (grupo Itaú) e administrado pela Intrag DTVM, com taxa ~1,08% a.a. Cota ~R$ 107,66, P/VP ~1,05, VPA ~R$ 102,38 e DY de ~13,4% em 12 meses. Sua característica central e pedagogicamente mais importante: por ser pós-fixada ao CDI, o rendimento SOBE quando a Selic sobe e CAI quando ela cai — o oposto de um FII de papel indexado ao IPCA. Por isso é o FII de papel mais "renda fixa disfarçada", com pouca marcação a mercado e P/VP estável perto de 1. Os indicadores que importam são P/VP, dividend yield (mensal e 12m), último rendimento por cota, patrimônio líquido, nº de cotistas e liquidez — NÃO os múltiplos de empresa (não há DRE, EBITDA ou ROE clássico). O risco central não é vacância física, e sim CRÉDITO: inadimplência dos CRIs. O rendimento não é garantido nem é renda fixa; o ganho de capital na venda é tributado em 20%.

Principais riscos
  • Sensibilidade à Selic AO CONTRÁRIO do que muitos esperam: por ser pós-fixada, o rendimento CAI quando os juros caem. Num ciclo de corte de Selic, a distribuição tende a recuar — este é o ponto-chave a entender.
  • Risco de crédito / inadimplência: se um devedor dos CRIs atrasar ou não pagar, o rendimento cai. É o risco central de um FII de papel.
  • Rendimento NÃO é garantido e NÃO é renda fixa: o valor por cota varia mês a mês conforme o CDI e a saúde da carteira.
  • Menor proteção contra inflação: diferente de um FII de papel indexado a IPCA, a KNCR11 não corrige automaticamente pela inflação — ela segue os juros nominais (CDI).
  • Tributação na venda: o rendimento mensal é isento, mas o GANHO DE CAPITAL na venda da cota é tributado em 20% (e o come-cotas, típico de fundos comuns, NÃO se aplica a FII).
Principais oportunidades
  • Rendimento mensal isento de IR para pessoa física (regra atual dos FIIs).
  • Carteira pós-fixada ao CDI: o rendimento acompanha a Selic — em juros altos, tende a pagar mais.
  • Baixa marcação a mercado: por ser pós-fixada, a cota costuma oscilar menos e o P/VP fica perto de 1 — o FII de papel "mais parecido com renda fixa".
  • Gestão da Kinea (grupo Itaú), uma das maiores e mais reconhecidas do mercado de crédito imobiliário, com carteira de CRIs pulverizada.
  • Altíssima liquidez — um dos maiores FIIs do país, fácil de comprar e vender.
Fundo Imobiliário — Recebíveis/CRI (papel, pós-CDI) · B3FII

Kinea Rendimentos KNCR11 · Fundo de Investimento Imobiliário (FII) — cotas

O FII de papel mais "renda fixa disfarçada" do Brasil — vive de CRIs pós-fixados atrelados ao CDI, então seu rendimento SOBE quando a Selic sobe e CAI quando ela cai.

R$ 106,89▲ 0,27%
Volume: 144.845
P/VP
n/c
DY (12m)
n/c
Últ. rendimento
n/c
Patrimônio
n/c
Cotação de 28/07 às 16:00 · dados de mercado com atraso (não é cotação em tempo real) · múltiplos derivados de preço usam essa cotação — metodologia na seção "Nossa metodologia"
📌 Conteúdo educacional de referência. Indicadores, rendimentos e P/VP são aproximados e variam todos os dias — confirme os números atuais no informe mensal do fundo (RI/gestora Kinea) e na B3. Rendimento passado NÃO garante rendimento futuro; um FII não é renda fixa. Por ser pós-fixada ao CDI, a distribuição da KNCR11 tende a cair em ciclos de queda da Selic. A isenção de IR do rendimento é definida em lei e pode mudar. Isto não é recomendação de compra ou venda.
/100
Score Meta de Rico
Frágil
Está cara?
Paga dividendo?
Paga pouco
DY 1,02% (12m)
É arriscada?
Perfil
FII
Veredito determinístico dos modelos clássicos (Graham · Bazin · Piotroski · Altman) sobre dados da CVM. Não é recomendação — veja o porquê de cada número.

Raio-X referência de 28/07/2026 · dados de mercado com atraso

nível: raio-x
Preço
R$ 106,89
▲ 0,27% no dia
Valor de mercado
P/L
preço ÷ lucro por ação
P/VP
preço ÷ valor patrimonial
EV/EBITDA
valor da firma ÷ geração de caixa
ROE
retorno sobre o patrimônio
Margem EBITDA
eficiência operacional
Dívida total
Cotação de mercado com atraso, coletada e datada na origem; fundamentos apurados de demonstrações públicas (CVM). Não é recomendação.
🤖 Resumo da IA

A KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "papel" majoritariamente PÓS-FIXADO: investe principalmente em CRIs (títulos de dívida imobiliária) indexados ao CDI, recebe os juros e distribui a maior parte como rendimento MENSAL isento de IR para pessoa física. É um dos maiores FIIs de papel do Brasil (PL ~R$ 11 bi, ~559 mil cotistas), gerido pela Kinea (grupo Itaú) e administrado pela Intrag DTVM, com taxa ~1,08% a.a. Cota ~R$ 107,66, P/VP ~1,05, VPA ~R$ 102,38 e DY de ~13,4% em 12 meses. Sua característica central e pedagogicamente mais importante: por ser pós-fixada ao CDI, o rendimento SOBE quando a Selic sobe e CAI quando ela cai — o oposto de um FII de papel indexado ao IPCA. Por isso é o FII de papel mais "renda fixa disfarçada", com pouca marcação a mercado e P/VP estável perto de 1. Os indicadores que importam são P/VP, dividend yield (mensal e 12m), último rendimento por cota, patrimônio líquido, nº de cotistas e liquidez — NÃO os múltiplos de empresa (não há DRE, EBITDA ou ROE clássico). O risco central não é vacância física, e sim CRÉDITO: inadimplência dos CRIs. O rendimento não é garantido nem é renda fixa; o ganho de capital na venda é tributado em 20%.

Por onde começar — os 5 pontos que importam

Um FII de papel pós-fixado não se analisa como uma ação nem como um FII de tijolo. Ignore os múltiplos de empresa e comece por estes 5 pontos — nesta ordem.

É papel pós-CDI, não tijoloA KNCR11 quase não tem imóveis. Ela investe majoritariamente em CRIs — títulos de dívida do setor imobiliário — atrelados ao CDI. Ou seja: ela é credora, recebe juros pós-fixados. Não faz sentido falar em "vacância física" aqui como no shopping ou galpão logístico.
Por que ela sobe com a Selic altaA maior parte dos CRIs paga CDI + uma taxa. O CDI segue a Selic. Então, quando o Banco Central sobe os juros, a receita dos CRIs sobe junto e o rendimento tende a aumentar. Quando a Selic cai, acontece o inverso: o rendimento encolhe. É o oposto de um FII de papel indexado ao IPCA (inflação), cujo rendimento depende da inflação, não da Selic.
O indicador-rei é o P/VPP/VP compara o preço da cota com o valor patrimonial dela (~R$ 102,38). Perto de 1,00 significa que você paga aproximadamente o valor "de livro" da carteira. Como é pós-fixado (pouca marcação a mercado), o P/VP da KNCR11 historicamente fica bem próximo de 1 — ela é a "mais estável" nesse quesito.
O rendimento é mensal e isento — mas variávelEla distribui rendimento todo mês (últimos R$ 1,10/cota), isento de IR para pessoa física. Isento não quer dizer garantido nem fixo: o valor acompanha o CDI. Em Selic alta, paga mais; em ciclo de corte de juros, paga menos. Não é renda fixa, apesar de ser a que mais se parece com uma.
O risco real é créditoO que pode estragar o resultado não é um imóvel vazio — é um devedor que atrasa ou não paga (risco de crédito/inadimplência). Por ser pós-fixada, a KNCR11 sofre pouca marcação a mercado (o preço da cota oscila menos que os pares atrelados a IPCA), mas o risco de crédito da carteira de CRIs continua sendo o ponto central.

O que a Kinea Rendimentos faz

A KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) é um Fundo de Investimento Imobiliário de "papel": em vez de comprar imóveis físicos, ela investe o dinheiro dos cotistas majoritariamente em CRIs — Certificados de Recebíveis Imobiliários, que são títulos de dívida lastreados em operações imobiliárias (financiamentos, aluguéis, incorporações) — atrelados predominantemente ao CDI. Há parcelas complementares em instrumentos de caixa e crédito imobiliário. Na prática, o fundo empresta ao setor imobiliário e vive dos juros pós-fixados que recebe. É um dos maiores FIIs de papel do Brasil, gerido pela Kinea (gestora ligada ao grupo Itaú).

Como ela ganha dinheiro

O fundo compra CRIs que pagam juros pós-fixados — na maioria CDI + uma taxa prefixada. Esses juros entram no caixa do fundo mês a mês e acompanham a Selic: quando o Banco Central sobe os juros, a receita sobe; quando corta, a receita cai. Depois de custos (como a taxa de administração), a maior parte desse resultado é distribuída aos cotistas na forma de rendimento mensal. Como a lei exige que FIIs distribuam ao menos 95% do lucro caixa semestral, e como a carteira gera juros de forma recorrente, o fundo paga rendimentos com regularidade — sempre variáveis, nunca fixos, e diretamente ligados ao nível da Selic.

O que move esta ação

nível: raio-x

Os drivers que explicam a maior parte da oscilação — acompanhe estes, não o ruído diário.

📈 Selic / CDI (driver nº 1)

A maior parte dos CRIs paga CDI + taxa. Selic alta engorda diretamente a receita de juros e SOBE o rendimento distribuído; queda de juros reduz a distribuição. É o principal termômetro da KNCR11 — ela se comporta como um pós-fixado.

📈 Crédito privado e saúde do setor imobiliário

A capacidade dos devedores de pagar os CRIs depende do ciclo imobiliário e do crédito. Piora no setor eleva o risco de inadimplência e pressiona o resultado.

📈 Inflação (IPCA) — efeito indireto

A KNCR11 é majoritariamente pós-CDI, então a inflação a afeta pouco de forma direta. O impacto é indireto: inflação alta costuma levar o Banco Central a subir a Selic, o que por sua vez eleva o CDI e a receita do fundo.

Vantagens e riscos

🟢 Vantagens competitivas

  • Rendimento mensal isento de IR para pessoa física (regra atual dos FIIs).
  • Carteira pós-fixada ao CDI: o rendimento acompanha a Selic — em juros altos, tende a pagar mais.
  • Baixa marcação a mercado: por ser pós-fixada, a cota costuma oscilar menos e o P/VP fica perto de 1 — o FII de papel "mais parecido com renda fixa".
  • Gestão da Kinea (grupo Itaú), uma das maiores e mais reconhecidas do mercado de crédito imobiliário, com carteira de CRIs pulverizada.
  • Altíssima liquidez — um dos maiores FIIs do país, fácil de comprar e vender.

🔴 Riscos

  • Sensibilidade à Selic AO CONTRÁRIO do que muitos esperam: por ser pós-fixada, o rendimento CAI quando os juros caem. Num ciclo de corte de Selic, a distribuição tende a recuar — este é o ponto-chave a entender.
  • Risco de crédito / inadimplência: se um devedor dos CRIs atrasar ou não pagar, o rendimento cai. É o risco central de um FII de papel.
  • Rendimento NÃO é garantido e NÃO é renda fixa: o valor por cota varia mês a mês conforme o CDI e a saúde da carteira.
  • Menor proteção contra inflação: diferente de um FII de papel indexado a IPCA, a KNCR11 não corrige automaticamente pela inflação — ela segue os juros nominais (CDI).
  • Tributação na venda: o rendimento mensal é isento, mas o GANHO DE CAPITAL na venda da cota é tributado em 20% (e o come-cotas, típico de fundos comuns, NÃO se aplica a FII).

Os indicadores, explicados

nível: raio-x

O que cada número significa, como interpretá-lo — e o que ele diz sobre a Kinea Rendimentos.

P/VP (Preço / Valor Patrimonial)
Compara o preço da cota na Bolsa com o valor patrimonial dela (o quanto vale a carteira do fundo dividida pelo nº de cotas).
📐 Perto de 1,00 = você paga aproximadamente o valor de livro. Acima de 1 = ágio; abaixo = desconto. Num FII de papel pós-fixado como a KNCR11, a carteira sofre pouca marcação a mercado, então o P/VP costuma orbitar 1 com mais estabilidade que os pares indexados a IPCA.
Na Kinea Rendimentos: ≈ 1,05 — a cota (~R$ 107,66) negocia bem perto do valor patrimonial (~R$ 102,38). Sem grande ágio nem desconto relevante.
Dividend Yield mensal
O rendimento do mês (ex.: R$ 1,10) dividido pelo preço da cota. Mostra quanto o fundo pagou naquele mês em relação ao preço. ver no glossário →
📐 Num FII pós-CDI, o DY mensal acompanha a Selic: em juros altos paga mais, em juros baixos paga menos. ⚠️ Não anualize um mês isolado como se fosse garantido — o valor muda com o CDI.
Na Kinea Rendimentos: Último rendimento de R$ 1,10 sobre ~R$ 107,66 = ~1,0% no mês. Isento de IR para pessoa física. Como é pós-fixado, tende a subir se a Selic subir e cair se ela cair.
Dividend Yield 12 meses
Soma dos rendimentos dos últimos 12 meses dividida pelo preço atual da cota. ver no glossário →
📐 É a foto mais estável do "quanto rende". Compare com o CDI do período: por ser pós-fixada ao CDI, a KNCR11 busca CDI + um prêmio, com mais risco que a renda fixa.
Na Kinea Rendimentos: ≈ 13,4% em 12 meses (isento de IR p/ PF). Reflete um período de Selic elevada — num ciclo de corte de juros, tende a recuar (ao contrário de um FII de papel IPCA).
Patrimônio Líquido (PL)
O valor total da carteira do fundo (soma dos CRIs e demais ativos, menos obrigações).
📐 PL grande = fundo mais robusto, mais diversificado e geralmente mais líquido. Mas tamanho não garante rentabilidade — só reduz o peso de um único ativo.
Na Kinea Rendimentos: ≈ R$ 11,0 bilhões, entre os maiores FIIs de papel do país — o que permite pulverizar o crédito em muitos CRIs.
Pós-fixado (CDI) vs indexado à inflação (IPCA)
Um FII de papel pós-CDI (como a KNCR11) tem CRIs atrelados ao CDI, que segue a Selic. Um FII de papel IPCA tem CRIs atrelados à inflação mais uma taxa.
📐 Pós-CDI: rendimento SOBE quando a Selic sobe, CAI quando ela cai — pouca marcação a mercado, comportamento parecido com renda fixa pós-fixada. IPCA: rendimento acompanha a inflação e sofre mais marcação a mercado quando os juros longos mudam.
Na Kinea Rendimentos: A KNCR11 é majoritariamente PÓS-CDI. É por isso que ela é vista como o FII de papel "mais renda fixa disfarçada": em Selic alta, brilha; em Selic caindo, o rendimento encolhe.
FII de papel vs FII de tijolo
Papel = investe em títulos de dívida imobiliária (CRIs) e vive de juros. Tijolo = compra imóveis físicos (galpões, shoppings, lajes) e vive de aluguel.
📐 No tijolo, o risco central é vacância (imóvel vazio) e o valor do imóvel. No papel, o risco central é crédito (o devedor não pagar).
Na Kinea Rendimentos: A KNCR11 é majoritariamente de PAPEL (CRIs pós-CDI). Por isso não se olha "vacância física" aqui — olha-se a qualidade e a inadimplência da carteira de crédito.

Comparar com os pares

nível: raio-x

Como a Kinea Rendimentos se posiciona frente aos concorrentes diretos — nos indicadores que importam e na nota geral do Meta de Rico.

EmpresaROEM. líq.ROICDYEV/EBITScore MdR
KNCR11 Kinea Rendimentos1,0%
MXRF11 Maxi Renda1,0%
HGLG11 CSHG Logística0,7%

Comparação com empresas do mesmo setor (base anual, consistente entre todas). Score Meta de Rico = nota composta dos modelos clássicos (Graham, Bazin, Piotroski, Altman, ROE, ROIC…) — 0 a 100. Não é recomendação.

Como os modelos clássicos enxergam Kinea Rendimentos

Cada selo é do MODELO, não do Meta de Rico: diz se a empresa atende, não atende ou fica neutra aos critérios daquele método — com a fórmula, os números e os limites de cada um. Os números saem das demonstrações da CVM e da cotação de mercado, calculados pelo Meta de Rico (não copiados de outro site). Toque para abrir.

Bazin · Não atendeGraham · Atualiza com o mercadoFórmula Mágica · Atualiza com o mercadoQualidade (estilo Buffett) · Atualiza com o mercadoPiotroski F-Score · Atualiza com o mercadoAltman Z-Score · Atualiza com o mercadoPEG (estilo Peter Lynch) · Atualiza com o mercado

Bazin

Qual o preço máximo que eu pagaria por esta ação para receber um bom dividendo?

Segundo o modelo Bazin, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço atual está acima do teto de R$ 18,30.

Quem criou

Décio Bazin

Problema que resolve

Investidores que vivem (ou querem viver) de renda precisam de um teto de preço para que o dividendo recebido faça sentido — sem isso, paga-se caro por uma renda pequena.

Como calcula

Preço-teto = (dividendo dos últimos 12 meses por ação) ÷ 0,06. A premissa é exigir um dividend yield mínimo de 6% ao ano.

Dividendo 12 meses por açãoR$ 1,10
DY-alvo do modelo6,00%
Preço-teto (dividendo ÷ 0,06)R$ 18,30
Preço atualR$ 107,66

Quando funciona

Em empresas perenes, com lucro e dividendo estáveis e previsíveis ano após ano — onde o dividendo passado é uma boa pista do dividendo futuro.

Quando o modelo falha

Quando o dividendo passado não diz nada sobre o futuro — empresas em crescimento que reinvestem tudo, ou negócios cujos lucros oscilam muito. O teto vira um número bonito sem lastro.

Como interpretar

O preço-teto NÃO é um alvo de compra: é o limite acima do qual, segundo a régua de Bazin, o dividendo deixa de compensar. Comparar o teto com o preço atual mostra de que lado da régua a ação está hoje.

Limitação

Olha só o dividendo — ignora dívida, crescimento e qualidade do negócio. Uma empresa pode estar "abaixo do teto" e ainda assim destruir valor. E o teto muda toda vez que o dividendo muda.

Aplicação nesta empresa

Segundo o modelo Bazin, a empresa NÃO ATENDE aos critérios — o preço atual está acima do teto de R$ 18,30.

Graham

Estou pagando um preço razoável por uma empresa de balanço sólido?

O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Benjamin Graham

Problema que resolve

O pai do investimento em valor queria um método objetivo para evitar pagar caro e exigir uma margem de segurança no preço.

Como calcula

Número de Graham = √(22,5 × LPA × VPA), onde LPA = lucro por ação e VPA = valor patrimonial por ação. A constante 22,5 vem de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5 (15 × 1,5 = 22,5).

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Em empresas maduras, lucrativas e com patrimônio real (indústria, varejo consolidado), onde balanço e lucro contam a história — o terreno onde Graham desenhou o método.

Quando o modelo falha

Em empresas sem lucro positivo (o número nem existe) e em negócios de ativos intangíveis (tecnologia, marcas), onde o valor patrimonial contábil pouco representa o valor real.

Como interpretar

O Número de Graham é uma referência teórica de "preço justo conservador". Preço abaixo dele sugere margem de segurança pela régua de Graham; acima, não. É um filtro de partida, não uma sentença.

Limitação

Conservador e antigo: tende a descartar empresas de crescimento e de capital leve. Usa contabilidade, que pode estar distorcida. Os 7 critérios completos (liquidez, histórico de lucro e dividendo) exigem mais dados do que o número isolado.

Aplicação nesta empresa

O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Fórmula Mágica

Esta é uma empresa boa (gera muito retorno sobre o capital) comprada por um preço bom?

O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Joel Greenblatt

Problema que resolve

Greenblatt quis unir, num ranking só, qualidade do negócio (quanto retorna sobre o capital) e preço (quanto se paga pelo lucro operacional) — comprar empresas boas baratas, de forma sistemática.

Como calcula

Combina dois indicadores por RANKING: ROIC (retorno sobre o capital investido) — quanto maior, melhor — e Earnings Yield = EBIT ÷ EV (ou 1 ÷ EV/EBIT) — quanto maior, melhor. A nota final é a soma das duas posições no ranking.

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Como FILTRO de uma carteira ampla e diversificada, comparando muitas empresas entre si — foi assim que Greenblatt testou e validou a fórmula, nunca em uma ação isolada.

Quando o modelo falha

Em uma única empresa olhada fora de um ranking, a "nota" não significa quase nada — a Fórmula Mágica é relativa, compara umas com as outras. Também tropeça em bancos e seguradoras (a conta de capital é diferente).

Como interpretar

Por ser um modelo de RANKING (relativo), o selo aqui costuma ser NEUTRO para uma empresa isolada: mostramos os dois números (ROIC e Earnings Yield) para você entender a régua, não para cravar aprovação.

Limitação

É um método de carteira e de média de longo prazo: pode passar anos atrás do mercado. Usa um retrato contábil de 12 meses, sensível a anos atípicos. Não avalia dívida nem governança.

Aplicação nesta empresa

O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Qualidade (estilo Buffett)

Este é um negócio excelente, com retornos altos e consistentes, que eu gostaria de ter por muito tempo?

O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Warren Buffett / Charlie Munger

Problema que resolve

Buffett deslocou o foco do "preço barato" para a "qualidade do negócio": prefere uma empresa excelente a um preço justo do que uma medíocre a um preço de banana.

Como calcula

Não há fórmula fechada — é uma APROXIMAÇÃO declarada por proxies de qualidade: ROE alto e consistente (≈ acima de 15%), margem líquida saudável e dívida sob controle, sustentados por anos (uma vantagem competitiva durável).

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Em empresas com marca forte, vantagem competitiva e histórico longo de retornos altos e estáveis (consumo, serviços essenciais) — onde o passado de qualidade tende a se repetir.

Quando o modelo falha

Quando se olha um único ano: qualidade Buffett é sobre CONSISTÊNCIA de muitos anos, não um retrato. Um ROE alto num ano isolado não prova vantagem durável.

Como interpretar

Tratamos como APROXIMAÇÃO declarada: os proxies (ROE, margem, dívida) sugerem qualidade, mas não capturam o que Buffett mais valoriza — a vantagem competitiva durável e a confiança na gestão, que não cabem num número.

Limitação

Qualidade alta não diz nada sobre PREÇO: pode-se pagar caro demais por um ótimo negócio. E os proxies de um ano não provam durabilidade — só o histórico longo prova.

Aplicação nesta empresa

O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Piotroski F-Score

A saúde financeira desta empresa está melhorando ou piorando de um ano para o outro?

O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Joseph Piotroski

Problema que resolve

Piotroski queria separar, entre empresas aparentemente baratas, as que estavam realmente melhorando das que eram baratas porque iam mal.

Como calcula

Soma 9 sinais binários (1 ponto cada) em três grupos: rentabilidade (lucro positivo, fluxo de caixa operacional positivo, ROA subindo, caixa maior que o lucro), alavancagem/liquidez (dívida caindo, liquidez corrente subindo, sem emissão de ações) e eficiência (margem bruta subindo, giro do ativo subindo). Nota de 0 a 9.

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Como filtro de qualidade DENTRO de uma cesta de ações baratas (P/VP baixo): separa as que estão se recuperando das armadilhas de valor. Foi para isso que Piotroski o construiu.

Quando o modelo falha

Como sinal isolado de compra (ele complementa, não substitui o preço). E em bancos e seguradoras, onde os 9 sinais — pensados para empresas operacionais — perdem o sentido.

Como interpretar

Nota alta (6+) indica saúde financeira em melhora no último exercício; nota baixa (0–2) indica deterioração. É um termômetro de TENDÊNCIA do balanço de um ano para o outro, não um preço nem um selo de qualidade — diz se a empresa está ficando mais ou menos sólida. Nós avaliamos 8 dos 9 sinais: o 9º (emissão de novas ações) exige a contagem histórica de ações, que as demonstrações da CVM não trazem.

Limitação

Exige duas demonstrações financeiras seguidas para comparar (variações ano-a-ano). É puramente contábil e retrospectivo: mede o que já aconteceu, não o futuro. Um ano isolado ruim numa empresa sólida derruba a nota — leia sempre como tendência do ano, não como veredito sobre o negócio.

Aplicação nesta empresa

O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Altman Z-Score

Qual o risco de esta empresa entrar em insolvência (quebrar) nos próximos anos?

O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Edward Altman

Problema que resolve

Altman buscou um único número que sinalizasse, com antecedência, a probabilidade de falência — antes que o problema ficasse óbvio no balanço.

Como calcula

Combina indicadores de balanço em pesos calibrados. A versão para mercados emergentes (Z'') usa: capital de giro/ativos, lucros retidos/ativos, EBIT/ativos e patrimônio/passivo total. Acima de uma faixa = zona segura; abaixo = zona de alerta.

Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

Quando funciona

Em empresas industriais e operacionais de capital intensivo, para acender uma luz amarela ANTES da crise — o uso clássico e validado do modelo. Usamos a variante Z'' que o próprio Altman recomenda para mercados emergentes.

Quando o modelo falha

Em bancos, seguradoras e empresas financeiras, cuja estrutura de balanço é completamente diferente da que o modelo pressupõe.

Como interpretar

Faixas do Z'': acima de 2,6 = zona segura; entre 1,1 e 2,6 = zona cinzenta (atenção); abaixo de 1,1 = zona de alerta. Z alto = baixo risco de insolvência. É um medidor de SOLVÊNCIA e fragilidade financeira — não diz nada sobre preço nem sobre qualidade do negócio.

Limitação

Calibrado para empresas não-financeiras; usa a variante Z'' por setor e país. Usa o balanço do último exercício fechado: uma piora muito recente pode ainda não ter aparecido nos números.

Aplicação nesta empresa

O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

PEG (estilo Peter Lynch)

O preço desta ação está alinhado ao ritmo de crescimento dos seus lucros?

O modelo PEG (estilo Lynch) usa a taxa de crescimento do lucro (g) — precisa de mais anos de histórico, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Quem criou

Peter Lynch

Problema que resolve

Lynch percebeu que um P/L "alto" pode ser justo se a empresa cresce rápido — e um P/L "baixo" pode ser caro se ela não cresce. O PEG corrige o P/L pelo crescimento.

Como calcula

PEG = P/L ÷ taxa de crescimento anual do lucro (g, em %). Regra de bolso de Lynch: PEG próximo de 1 é equilíbrio; abaixo de 1, o preço acompanha (ou fica atrás do) crescimento; acima de 1, o preço corre na frente.

P/L10,96
Crescimento do lucro (g)
PEG (P/L ÷ g)não calculável sem uma taxa de crescimento positiva

Quando funciona

Em empresas de crescimento consistente e previsível, onde dá para estimar uma taxa (g) confiável — o terreno onde Lynch construiu seu histórico.

Quando o modelo falha

Quando o crescimento é instável ou impossível de estimar, ou quando a empresa não cresce (g zero ou negativo torna o PEG sem sentido).

Como interpretar

PEG perto de 1 sugere preço e crescimento em equilíbrio pela régua de Lynch; quanto menor, mais o preço acompanha o crescimento. É uma lente sobre o P/L, não um veredito final.

Limitação

Depende inteiramente da estimativa de crescimento (g) — mude o g e o PEG muda tudo. Ignora dívida, qualidade e dividendos. Não funciona em empresas que não crescem.

Aplicação nesta empresa

O modelo PEG (estilo Lynch) usa a taxa de crescimento do lucro (g) — precisa de mais anos de histórico, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

Conteúdo educacional. Os selos aplicam fórmulas públicas a números datados e não são recomendação de compra ou venda. Mesma empresa, mesma data e mesma fórmula produzem sempre o mesmo selo.

📊 Qualidade dos dadosAtualizado: 28/07/2026
Dados CVM★★★★★sem demonstração CVM
Mercado★★★★★cotação e múltiplos · dados de mercado com atraso
Narrativa★★★★★editorial
Notas explicativas★★★★ingestão estruturada em roadmap
Eventos★★★★fatos relevantes em roadmap
Cada bloco da página informa a própria fonte e competência. Só publicamos após os testes de integridade dos dados.

Rendimentos

A KNCR11 distribui RENDIMENTO mensal (não "dividendo" de empresa) aos cotistas, isento de IR para pessoa física. O valor vem dos juros que os CRIs da carteira pagam — predominantemente indexados ao CDI — e por isso varia mês a mês acompanhando a Selic: os últimos pagamentos giraram em torno de R$ 1,10 por cota. Diferente da renda fixa, esse rendimento não é garantido nem prefixado: em ciclos de corte de juros a distribuição tende a cair, e se a inadimplência subir também. A regularidade histórica ajuda o planejamento, mas rendimento passado não garante rendimento futuro.

Crescimento

Um FII de papel não "cresce lucro" como uma empresa. Ele pode crescer o patrimônio via novas emissões de cotas (captando dinheiro para comprar mais CRIs) e melhorar o resultado ajustando a carteira para títulos com melhor relação risco/retorno. O que sustenta a distribuição é o fluxo de juros pós-fixados dos CRIs — logo, o "crescimento" do rendimento está mais ligado ao ciclo de juros (Selic/CDI) do que a uma expansão operacional. Em Selic alta, o rendimento tende a crescer; em Selic caindo, tende a recuar.

Quem controla a empresa

ControladorFundo de condomínio fechado, sem "dono" — as cotas são negociadas em Bolsa. A administração e a gestão são terceirizadas a instituições profissionais.
Free float100% das cotas em circulação na B3 (fundo de cotas, sem controlador).
  • Administradora: Intrag DTVM (grupo Itaú) — responsável pela estrutura legal e operacional do fundo.
  • Gestora: Kinea Investimentos (ligada ao grupo Itaú) — decide quais CRIs e ativos entram e saem da carteira (gestão ativa). É uma das maiores gestoras de crédito imobiliário do país.
  • Taxa de administração: ≈ 1,08% ao ano sobre o patrimônio. É o custo que o cotista paga pela gestão profissional — sempre confira a taxa vigente no regulamento e no informe mensal.
  • Para o cotista: você é sócio de uma carteira de dívidas imobiliárias pós-fixadas geridas por terceiros; a qualidade dessa gestão de crédito é o ativo estratégico nº 1.

Concorrentes

nível: raio-x
MXRF11 (Maxi Renda) — FII de papel com mix de CDI e IPCA, cota barata e o maior número de cotistas do Brasil — um dos pares mais populares.
IRDM11 (Iridium Recebíveis) — FII de papel com mix de CDI e IPCA e gestão ativa reconhecida no segmento de crédito.
KNIP11 (Kinea Índices de Preços) — FII de papel da mesma gestora (Kinea) majoritariamente indexado a IPCA — o "par IPCA" da KNCR11, útil para comparar pós-CDI vs inflação.
PerfilRendimentoRisco principal
KNCR11FII de papel (CRIs pós-fixados, CDI) — gestão KineaMensal, isento p/ PF, ~13% em 12m; acompanha a SelicCrédito / ciclo de juros (cai se a Selic cair)
MXRF11FII de papel (CRIs, mix CDI+IPCA) — cota barata, muito líquidoMensal, isento p/ PF, ~12% em 12mCrédito / inadimplência dos CRIs
IRDM11FII de papel (CRIs, mix CDI+IPCA) — gestão ativaMensal, isento p/ PFCrédito / marcação a mercado

Imposto de Renda: como declarar

nível: avançado

Regras vigentes em 2026 — a isenção de FIIs é definida em lei e PODE mudar; confirme na Receita/seu contador.

  • Rendimento mensal: ISENTO de IR para pessoa física, desde que o FII tenha mais de 50 cotistas, seja negociado em Bolsa e o cotista tenha menos de 10% das cotas (a KNCR11 cumpre isso com folga).
  • Ganho de capital na venda: se você vender a cota por preço maior que o de compra, o lucro é tributado em 20% — SEM a faixa de isenção de R$ 20 mil/mês que existe para ações. DARF até o último dia útil do mês seguinte.
  • Come-cotas: NÃO se aplica a FII (é um mecanismo de fundos comuns). No FII você só paga imposto no ganho de capital da venda.
  • Na declaração anual: cotas em Bens e Direitos, grupo 07 (Fundos), código específico de FII, pelo custo de aquisição; rendimentos recebidos em "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis".

Perguntas frequentes

KNCR11 é um bom investimento?

Depende do seu objetivo, prazo e tolerância ao risco — e isto não é recomendação. A KNCR11 é um FII de papel pós-fixado (CDI) popular, líquido e com rendimento mensal isento de IR, mas carrega risco de crédito (inadimplência dos CRIs) e tem uma característica importante: o rendimento cai quando a Selic cai. O essencial é entender que você está comprando uma carteira de dívidas imobiliárias pós-fixadas, não um imóvel nem renda fixa, e ver como isso se encaixa no seu plano e na sua diversificação.

Por que a KNCR11 rende mais quando a Selic sobe?

Porque a maior parte dos CRIs da carteira paga CDI + uma taxa, e o CDI acompanha a Selic. Quando o Banco Central sobe os juros, a receita desses títulos sobe junto e o rendimento distribuído tende a aumentar. O inverso também vale: em um ciclo de corte de Selic, o rendimento da KNCR11 tende a cair. É o oposto de um FII de papel indexado ao IPCA, que segue a inflação.

O rendimento da KNCR11 é garantido?

Não. O rendimento vem dos juros pós-fixados que os CRIs pagam e muda todo mês conforme o CDI. Se a Selic cair, ou se algum devedor atrasar ou não pagar, a distribuição pode diminuir. Rendimento passado não garante rendimento futuro, e um FII não é renda fixa.

Qual a diferença entre KNCR11 e um FII de papel de IPCA?

A KNCR11 é majoritariamente pós-fixada ao CDI (segue a Selic), então seu rendimento sobe e desce com os juros. Um FII de papel de IPCA tem CRIs atrelados à inflação mais uma taxa, então seu rendimento acompanha a inflação e sofre mais marcação a mercado quando os juros longos mudam. Em resumo: KNCR11 protege mais contra juros altos; um FII IPCA protege mais contra inflação.

A KNCR11 tem risco de vacância como os FIIs de imóveis?

Não de forma relevante — ela é majoritariamente de papel, então quase não depende de ocupar imóveis. O risco equivalente aqui é a inadimplência: um devedor de CRI que não paga tem efeito parecido ao de um imóvel vazio num fundo de tijolo, mas a natureza é de crédito, não de aluguel.

O rendimento da KNCR11 é isento de Imposto de Renda?

Para pessoa física, o rendimento mensal é isento de IR (regra atual dos FIIs, cumpridos os requisitos legais — que a KNCR11 atende). Atenção: a isenção vale para o rendimento; o ganho de capital na VENDA da cota é tributado em 20%. E a isenção é definida em lei, que pode mudar.

O que são os CRIs que a KNCR11 compra?

CRI é o Certificado de Recebíveis Imobiliários: um título de dívida lastreado em operações imobiliárias (financiamentos, aluguéis, incorporações). Ao comprar um CRI, o fundo vira credor e recebe juros. No caso da KNCR11, esses CRIs são majoritariamente pós-fixados (CDI + taxa). É desses juros que sai o rendimento mensal.

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Notícias e fatos relevantes

Notícia mexe no preço no curto prazo — mas o que muda a TESE são os fatos relevantes que a empresa é obrigada a publicar (resultados, dividendos, mudanças de comando). Antes de reagir a manchete, confira a fonte oficial.

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Conteúdo educacional — não é recomendação de investimento.

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Conteúdo educacional produzido pelo Meta de Rico — rascunho assistido por IA, revisado por humano antes de publicar. Atualizado em 2026-07-05.

Conteúdo educacional do Meta de Rico — não é recomendação de investimento. Indicadores e gráficos são aproximados; confirme os números atuais nas fontes oficiais. Faça sua própria análise e considere seu perfil.