META DE RICO
Vale a pena estudar a iShares S&P 500?
Pouco atrativa

Fundo de índice — principal risco: risco de mercado americano.

Por que o Meta de Rico chegou a essa conclusão?
    Score Meta de Rico
    Esta classificação é calculada automaticamente pelos modelos do Meta de Rico com base nos dados públicos da CVM. Ela descreve como a metodologia avalia o ativo hoje e não representa recomendação individual de investimento.
    ⚠️ Atenção antes de investir
    O maior risco desta empresa: Risco de mercado americano

    se a bolsa dos EUA cai (recessão, correção de tech, choque de juros), a cota cai junto.

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    Resumo em 30 segundos

    A IVVB11 é um ETF: um fundo negociado em Bolsa que replica o S&P 500, o índice das 500 maiores empresas dos Estados Unidos (Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon...). Você compra em reais na B3 e passa a ter um pedacinho de todas elas de uma vez. O retorno tem DOIS motores: a variação do S&P 500 (bolsa americana) E a variação do dólar — porque o fundo NÃO faz hedge cambial. Se o dólar sobe, sua cota sobe mesmo com o índice parado; se o dólar cai, isso trabalha contra você. Diferente de um FII de dividendos, a IVVB11 ACUMULA: quase não paga proventos, reinveste tudo, e o ganho aparece na valorização da cota. Não se analisa com P/L ou DRE — os indicadores que importam são taxa de administração, patrimônio, liquidez e qual índice ela segue. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Isto não é recomendação de compra ou venda.

    Resumo em 2 minutos

    A IVVB11 é um ETF (Exchange Traded Fund, ou "fundo de índice") gerido pela iShares/BlackRock e negociado na B3. Seu objetivo é replicar o desempenho do S&P 500 — o índice que reúne as 500 maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos (nomes como Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon, Alphabet e Meta). Na prática, o fundo investe majoritariamente em cotas de um ETF estrangeiro que espelha o S&P 500, de modo que uma única cota da IVVB11, comprada em reais aqui no Brasil, entrega exposição diversificada a centenas de empresas americanas de uma vez. É gestão passiva: o fundo não tenta "escolher as melhores ações", apenas seguir o índice. O retorno da IVVB11 em reais é o produto de dois fatores: (1) a variação do S&P 500 em dólar e (2) a variação do câmbio dólar/real. Como o fundo NÃO faz hedge cambial, essas duas forças se multiplicam. Se o S&P 500 sobe 10% e o dólar sobe 5%, o retorno em reais é aproximadamente a combinação dos dois; se o índice sobe mas o dólar cai, um efeito abate o outro. Diferente de fundos que pagam renda, a IVVB11 ACUMULA: os poucos dividendos que as empresas do índice pagam são reinvestidos dentro da estrutura do fundo, e não distribuídos ao cotista. Por isso o ganho do investidor aparece quase todo na valorização da cota, não em proventos na conta.

    Resumo completo

    A IVVB11 é um ETF (fundo de índice) da iShares/BlackRock, negociado na B3 em reais, que replica o S&P 500 — as 500 maiores empresas dos EUA (Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon...). Seu diferencial central é o DUPLO MOTOR: o retorno em reais combina a variação do S&P 500 com a variação do dólar, porque o fundo NÃO faz hedge cambial. Assim, o dólar subindo valoriza a cota mesmo com o índice parado, e o dólar caindo abate o ganho — exposição cambial bidirecional. Diferente de FIIs e do BOVA11, a IVVB11 ACUMULA: reinveste os poucos proventos internamente e tem DY ≈ 0%, então o ganho vem da valorização da cota, não de renda mensal. Não se analisa com P/L, ROE, DRE ou EV/EBITDA — os indicadores que importam são taxa de administração (≈ 0,23% a.a.), tracking error, patrimônio (≈ R$ 6–7 bi), liquidez (≈ R$ 50 mi/dia) e o índice replicado (S&P 500). Riscos: mercado americano, câmbio nos dois sentidos, comprar dólar caro, custo e ausência de renda. Tributação: 15% sobre o ganho na venda, SEM a isenção de R$ 20 mil/mês das ações. Em resumo: diversificação internacional + exposição a dólar num único ativo simples, focado em crescimento de patrimônio, não em renda.

    Principais riscos
    • Risco de mercado americano: se a bolsa dos EUA cai (recessão, correção de tech, choque de juros), a cota cai junto.
    • Risco cambial nos DOIS sentidos: o dólar é faca de dois gumes — sobe e ajuda, mas se cai, desfaz parte ou todo o ganho do índice. Sem hedge, você está sempre exposto.
    • Comprar "dólar caro": entrar quando o câmbio já está esticado é um risco real — uma volta do dólar pode anular a valorização das ações americanas.
    • Taxa de administração e tracking error: o custo anual corrói retorno no longo prazo e o fundo pode desgrudar levemente do índice.
    • NÃO é renda: acumula em vez de distribuir, então não serve para quem busca renda passiva mensal.
    • Tributação sem benefício de ação: o ganho na venda é tributado em 15% e NÃO tem a isenção de R$ 20 mil/mês que existe para ações.
    Principais oportunidades
    • Diversificação internacional instantânea: uma cota = fatia das 500 maiores empresas dos EUA, sem precisar abrir conta no exterior.
    • Exposição a dólar embutida: funciona como proteção cambial parcial da carteira — se o real se desvaloriza, a cota tende a subir.
    • Custo baixo e gestão passiva: taxa de administração ≈ 0,23% a.a., muito menor que a maioria dos fundos ativos.
    • Comprada em reais, direto pela B3, com boa liquidez (≈ R$ 50 mi/dia) — simples como comprar uma ação brasileira.
    ETF — Renda Variável (S&P 500, em reais) · B3ETF

    iShares S&P 500 IVVB11 · ETF (fundo de índice) — cotas

    O jeito mais simples de investir nas 500 maiores empresas dos EUA — em reais, direto pela B3. Uma cota, dois motores: bolsa americana E dólar.

    R$ 428,94▲ 0,49%
    Volume: 53.051
    Patrimônio
    n/c
    Taxa de adm.
    0,23% a.a.
    Cotação de 28/07 às 16:00 · dados de mercado com atraso (não é cotação em tempo real) · múltiplos derivados de preço usam essa cotação — metodologia na seção "Nossa metodologia"
    📌 Conteúdo educacional de referência. Cotação (~R$ 437), patrimônio, taxa de administração e liquidez são aproximados e variam todos os dias — confirme os números atuais na página oficial da iShares/BlackRock, na B3 e em plataformas de mercado. O retorno em reais depende do S&P 500 E do dólar (sem hedge), podendo oscilar bastante. Resultado passado NÃO garante resultado futuro. A tributação de ETFs é definida em lei e pode mudar. Isto não é recomendação de compra ou venda.
    /100
    Score Meta de Rico
    Frágil
    Está cara?
    Paga dividendo?
    É arriscada?
    Perfil
    ETF
    Veredito determinístico dos modelos clássicos (Graham · Bazin · Piotroski · Altman) sobre dados da CVM. Não é recomendação — veja o porquê de cada número.

    Raio-X referência de 28/07/2026 · dados de mercado com atraso

    nível: raio-x
    Preço
    R$ 428,94
    ▲ 0,49% no dia
    Valor de mercado
    P/L
    preço ÷ lucro por ação
    P/VP
    preço ÷ valor patrimonial
    EV/EBITDA
    valor da firma ÷ geração de caixa
    ROE
    retorno sobre o patrimônio
    Margem EBITDA
    eficiência operacional
    Dívida total
    Cotação de mercado com atraso, coletada e datada na origem; fundamentos apurados de demonstrações públicas (CVM). Não é recomendação.
    🤖 Resumo da IA

    A IVVB11 é um ETF (fundo de índice) da iShares/BlackRock, negociado na B3 em reais, que replica o S&P 500 — as 500 maiores empresas dos EUA (Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon...). Seu diferencial central é o DUPLO MOTOR: o retorno em reais combina a variação do S&P 500 com a variação do dólar, porque o fundo NÃO faz hedge cambial. Assim, o dólar subindo valoriza a cota mesmo com o índice parado, e o dólar caindo abate o ganho — exposição cambial bidirecional. Diferente de FIIs e do BOVA11, a IVVB11 ACUMULA: reinveste os poucos proventos internamente e tem DY ≈ 0%, então o ganho vem da valorização da cota, não de renda mensal. Não se analisa com P/L, ROE, DRE ou EV/EBITDA — os indicadores que importam são taxa de administração (≈ 0,23% a.a.), tracking error, patrimônio (≈ R$ 6–7 bi), liquidez (≈ R$ 50 mi/dia) e o índice replicado (S&P 500). Riscos: mercado americano, câmbio nos dois sentidos, comprar dólar caro, custo e ausência de renda. Tributação: 15% sobre o ganho na venda, SEM a isenção de R$ 20 mil/mês das ações. Em resumo: diversificação internacional + exposição a dólar num único ativo simples, focado em crescimento de patrimônio, não em renda.

    Por onde começar — os 5 pontos que importam

    Um ETF de índice internacional não se analisa como uma ação nem como um FII. Não procure lucro, dividendo ou "preço justo". Comece por estes 5 pontos — nesta ordem.

    É um cesto, não uma empresaA IVVB11 não é uma companhia com lucro e balanço. É um fundo que carrega, de uma vez, as 500 maiores empresas americanas na proporção do índice S&P 500. Comprar uma cota é comprar uma fatia diversificada de todas elas — por isso não existe P/L, ROE ou DRE aqui.
    Dois motores: S&P 500 E dólarEste é o coração da IVVB11. Seu retorno em reais mistura duas coisas: quanto a bolsa americana sobe/cai E quanto o dólar sobe/cai. O fundo NÃO tem proteção cambial (hedge). Resultado: o dólar subindo empurra sua cota pra cima mesmo com o S&P parado — e o contrário também vale.
    Ela ACUMULA — quase não paga dividendoDiferente de um FII ou de um ETF de dividendos, a IVVB11 reinveste internamente o que recebe. O DY é praticamente zero. Seu ganho não vem de "renda mensal", e sim da valorização da cota ao longo do tempo. Quem busca renda passiva mensal olha outro tipo de ativo.
    O indicador-rei é a taxa de administraçãoNum ETF passivo, o custo é o que corrói o retorno no longo prazo. A taxa da IVVB11 gira em torno de 0,23% ao ano — baixa, mas existe. Some a isso o "tracking error" (o quanto o fundo desgruda do índice). Não há "caro ou barato" por múltiplo: há custo e fidelidade ao índice.
    O risco é triplo: mercado, câmbio e comprar dólar caroVocê assume o risco da bolsa americana cair, o risco do dólar cair (desfaz parte do ganho) e o risco de comprar quando o dólar já está alto — nesse caso, uma volta do câmbio pode anular a alta do índice. O câmbio é uma faca de dois gumes: joga a favor E contra.

    O que a iShares S&P 500 faz

    A IVVB11 é um ETF (Exchange Traded Fund, ou "fundo de índice") gerido pela iShares/BlackRock e negociado na B3. Seu objetivo é replicar o desempenho do S&P 500 — o índice que reúne as 500 maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos (nomes como Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon, Alphabet e Meta). Na prática, o fundo investe majoritariamente em cotas de um ETF estrangeiro que espelha o S&P 500, de modo que uma única cota da IVVB11, comprada em reais aqui no Brasil, entrega exposição diversificada a centenas de empresas americanas de uma vez. É gestão passiva: o fundo não tenta "escolher as melhores ações", apenas seguir o índice.

    Como ela ganha dinheiro

    O retorno da IVVB11 em reais é o produto de dois fatores: (1) a variação do S&P 500 em dólar e (2) a variação do câmbio dólar/real. Como o fundo NÃO faz hedge cambial, essas duas forças se multiplicam. Se o S&P 500 sobe 10% e o dólar sobe 5%, o retorno em reais é aproximadamente a combinação dos dois; se o índice sobe mas o dólar cai, um efeito abate o outro. Diferente de fundos que pagam renda, a IVVB11 ACUMULA: os poucos dividendos que as empresas do índice pagam são reinvestidos dentro da estrutura do fundo, e não distribuídos ao cotista. Por isso o ganho do investidor aparece quase todo na valorização da cota, não em proventos na conta.

    O que move esta ação

    nível: raio-x

    Os drivers que explicam a maior parte da oscilação — acompanhe estes, não o ruído diário.

    📈 Dólar / real

    Como não há hedge, o câmbio é motor direto do retorno. Real fraco (dólar alto) tende a valorizar a cota mesmo com o índice parado; real forte (dólar caindo) abate o ganho. É metade da equação.

    📈 Juros e economia dos EUA (Fed)

    As decisões do Federal Reserve e o ciclo econômico americano movem o S&P 500. Juros altos costumam pesar sobre as ações (sobretudo tech); cortes e crescimento tendem a impulsionar o índice.

    📈 S&P 500 e as gigantes de tecnologia

    O índice é concentrado em poucas empresas enormes (Apple, Microsoft, Nvidia...). O humor com tecnologia e inteligência artificial tem peso desproporcional no resultado do fundo.

    Vantagens e riscos

    🟢 Vantagens competitivas

    • Diversificação internacional instantânea: uma cota = fatia das 500 maiores empresas dos EUA, sem precisar abrir conta no exterior.
    • Exposição a dólar embutida: funciona como proteção cambial parcial da carteira — se o real se desvaloriza, a cota tende a subir.
    • Custo baixo e gestão passiva: taxa de administração ≈ 0,23% a.a., muito menor que a maioria dos fundos ativos.
    • Comprada em reais, direto pela B3, com boa liquidez (≈ R$ 50 mi/dia) — simples como comprar uma ação brasileira.

    🔴 Riscos

    • Risco de mercado americano: se a bolsa dos EUA cai (recessão, correção de tech, choque de juros), a cota cai junto.
    • Risco cambial nos DOIS sentidos: o dólar é faca de dois gumes — sobe e ajuda, mas se cai, desfaz parte ou todo o ganho do índice. Sem hedge, você está sempre exposto.
    • Comprar "dólar caro": entrar quando o câmbio já está esticado é um risco real — uma volta do dólar pode anular a valorização das ações americanas.
    • Taxa de administração e tracking error: o custo anual corrói retorno no longo prazo e o fundo pode desgrudar levemente do índice.
    • NÃO é renda: acumula em vez de distribuir, então não serve para quem busca renda passiva mensal.
    • Tributação sem benefício de ação: o ganho na venda é tributado em 15% e NÃO tem a isenção de R$ 20 mil/mês que existe para ações.

    Os indicadores, explicados

    nível: raio-x

    O que cada número significa, como interpretá-lo — e o que ele diz sobre a iShares S&P 500.

    Taxa de administração
    O custo anual que a gestora cobra para manter o fundo funcionando, cobrado como um percentual do patrimônio (aqui, ≈ 0,23% ao ano).
    📐 Num ETF passivo, a taxa é o indicador de custo nº 1: como o fundo só segue o índice, taxa mais baixa = mais retorno fica com você no longo prazo. Décimos de ponto percentual fazem diferença ao longo de anos.
    Na iShares S&P 500: ≈ 0,23% a.a. (fontes citam 0,23%–0,24%). É uma taxa baixa, típica de ETF de índice — bem menor que a de fundos de gestão ativa. Confirme o número vigente no regulamento.
    Tracking error (aderência ao índice)
    O quanto o retorno do ETF se distancia do retorno do índice que ele deveria replicar (o S&P 500). Quanto menor, mais fiel.
    📐 Um ETF bem gerido gruda no índice; tracking error alto significa que você não está recebendo exatamente o desempenho que comprou. Custos, câmbio e a estrutura de investir num ETF estrangeiro podem gerar pequenas diferenças.
    Na iShares S&P 500: Como a IVVB11 replica o S&P 500 via um ETF estrangeiro, alguma divergência é esperada, mas a proposta é seguir o índice de perto. É um dos poucos "indicadores de qualidade" que fazem sentido aqui.
    Exposição cambial (sem hedge)
    O grau em que o retorno depende do dólar. "Sem hedge" significa que o câmbio entra 100% no resultado, sem nenhuma trava de proteção.
    📐 É o que torna a IVVB11 uma exposição a DÓLAR + bolsa americana ao mesmo tempo. Bom para diversificar contra o real, mas é bidirecional: o dólar tanto adiciona quanto subtrai retorno. Não confunda "exposição a dólar" com "proteção garantida".
    Na iShares S&P 500: A IVVB11 é 100% exposta ao câmbio (sem hedge). Metade da história do seu retorno em reais é o dólar; a outra metade é o S&P 500.
    O que é o S&P 500
    O índice que reúne cerca de 500 das maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos, ponderadas pelo valor de mercado. É a principal referência da bolsa americana.
    📐 Investir no S&P 500 é apostar na economia americana como um todo, não numa empresa. É concentrado nas gigantes de tecnologia, então o desempenho de poucas companhias enormes pesa bastante no resultado.
    Na iShares S&P 500: A IVVB11 existe para entregar exatamente esse índice ao investidor brasileiro, em reais. Entender o S&P 500 é entender o que você está comprando.

    Comparar com os pares

    nível: raio-x

    Como a iShares S&P 500 se posiciona frente aos concorrentes diretos — nos indicadores que importam e na nota geral do Meta de Rico.

    EmpresaROEM. líq.ROICDYEV/EBITScore MdR
    IVVB11 iShares S&P 500
    BOVA11 iShares Ibovespa

    Comparação com empresas do mesmo setor (base anual, consistente entre todas). Score Meta de Rico = nota composta dos modelos clássicos (Graham, Bazin, Piotroski, Altman, ROE, ROIC…) — 0 a 100. Não é recomendação.

    Como os modelos clássicos enxergam iShares S&P 500

    Cada selo é do MODELO, não do Meta de Rico: diz se a empresa atende, não atende ou fica neutra aos critérios daquele método — com a fórmula, os números e os limites de cada um. Os números saem das demonstrações da CVM e da cotação de mercado, calculados pelo Meta de Rico (não copiados de outro site). Toque para abrir.

    Bazin · Atualiza com o mercadoGraham · Atualiza com o mercadoFórmula Mágica · Atualiza com o mercadoQualidade (estilo Buffett) · Atualiza com o mercadoPiotroski F-Score · Atualiza com o mercadoAltman Z-Score · Atualiza com o mercadoPEG (estilo Peter Lynch) · Atualiza com o mercado

    Bazin

    Qual o preço máximo que eu pagaria por esta ação para receber um bom dividendo?

    O modelo Bazin usa o histórico de proventos e a cotação atual, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Quem criou

    Décio Bazin

    Problema que resolve

    Investidores que vivem (ou querem viver) de renda precisam de um teto de preço para que o dividendo recebido faça sentido — sem isso, paga-se caro por uma renda pequena.

    Como calcula

    Preço-teto = (dividendo dos últimos 12 meses por ação) ÷ 0,06. A premissa é exigir um dividend yield mínimo de 6% ao ano.

    Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

    Quando funciona

    Em empresas perenes, com lucro e dividendo estáveis e previsíveis ano após ano — onde o dividendo passado é uma boa pista do dividendo futuro.

    Quando o modelo falha

    Quando o dividendo passado não diz nada sobre o futuro — empresas em crescimento que reinvestem tudo, ou negócios cujos lucros oscilam muito. O teto vira um número bonito sem lastro.

    Como interpretar

    O preço-teto NÃO é um alvo de compra: é o limite acima do qual, segundo a régua de Bazin, o dividendo deixa de compensar. Comparar o teto com o preço atual mostra de que lado da régua a ação está hoje.

    Limitação

    Olha só o dividendo — ignora dívida, crescimento e qualidade do negócio. Uma empresa pode estar "abaixo do teto" e ainda assim destruir valor. E o teto muda toda vez que o dividendo muda.

    Aplicação nesta empresa

    O modelo Bazin usa o histórico de proventos e a cotação atual, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Graham

    Estou pagando um preço razoável por uma empresa de balanço sólido?

    O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Quem criou

    Benjamin Graham

    Problema que resolve

    O pai do investimento em valor queria um método objetivo para evitar pagar caro e exigir uma margem de segurança no preço.

    Como calcula

    Número de Graham = √(22,5 × LPA × VPA), onde LPA = lucro por ação e VPA = valor patrimonial por ação. A constante 22,5 vem de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5 (15 × 1,5 = 22,5).

    Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

    Quando funciona

    Em empresas maduras, lucrativas e com patrimônio real (indústria, varejo consolidado), onde balanço e lucro contam a história — o terreno onde Graham desenhou o método.

    Quando o modelo falha

    Em empresas sem lucro positivo (o número nem existe) e em negócios de ativos intangíveis (tecnologia, marcas), onde o valor patrimonial contábil pouco representa o valor real.

    Como interpretar

    O Número de Graham é uma referência teórica de "preço justo conservador". Preço abaixo dele sugere margem de segurança pela régua de Graham; acima, não. É um filtro de partida, não uma sentença.

    Limitação

    Conservador e antigo: tende a descartar empresas de crescimento e de capital leve. Usa contabilidade, que pode estar distorcida. Os 7 critérios completos (liquidez, histórico de lucro e dividendo) exigem mais dados do que o número isolado.

    Aplicação nesta empresa

    O modelo Graham usa o preço de mercado (que define LPA e VPA junto ao balanço), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Fórmula Mágica

    Esta é uma empresa boa (gera muito retorno sobre o capital) comprada por um preço bom?

    O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Quem criou

    Joel Greenblatt

    Problema que resolve

    Greenblatt quis unir, num ranking só, qualidade do negócio (quanto retorna sobre o capital) e preço (quanto se paga pelo lucro operacional) — comprar empresas boas baratas, de forma sistemática.

    Como calcula

    Combina dois indicadores por RANKING: ROIC (retorno sobre o capital investido) — quanto maior, melhor — e Earnings Yield = EBIT ÷ EV (ou 1 ÷ EV/EBIT) — quanto maior, melhor. A nota final é a soma das duas posições no ranking.

    Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

    Quando funciona

    Como FILTRO de uma carteira ampla e diversificada, comparando muitas empresas entre si — foi assim que Greenblatt testou e validou a fórmula, nunca em uma ação isolada.

    Quando o modelo falha

    Em uma única empresa olhada fora de um ranking, a "nota" não significa quase nada — a Fórmula Mágica é relativa, compara umas com as outras. Também tropeça em bancos e seguradoras (a conta de capital é diferente).

    Como interpretar

    Por ser um modelo de RANKING (relativo), o selo aqui costuma ser NEUTRO para uma empresa isolada: mostramos os dois números (ROIC e Earnings Yield) para você entender a régua, não para cravar aprovação.

    Limitação

    É um método de carteira e de média de longo prazo: pode passar anos atrás do mercado. Usa um retrato contábil de 12 meses, sensível a anos atípicos. Não avalia dívida nem governança.

    Aplicação nesta empresa

    O modelo Fórmula Mágica usa a cotação de mercado para o EV — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Qualidade (estilo Buffett)

    Este é um negócio excelente, com retornos altos e consistentes, que eu gostaria de ter por muito tempo?

    O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Quem criou

    Warren Buffett / Charlie Munger

    Problema que resolve

    Buffett deslocou o foco do "preço barato" para a "qualidade do negócio": prefere uma empresa excelente a um preço justo do que uma medíocre a um preço de banana.

    Como calcula

    Não há fórmula fechada — é uma APROXIMAÇÃO declarada por proxies de qualidade: ROE alto e consistente (≈ acima de 15%), margem líquida saudável e dívida sob controle, sustentados por anos (uma vantagem competitiva durável).

    Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

    Quando funciona

    Em empresas com marca forte, vantagem competitiva e histórico longo de retornos altos e estáveis (consumo, serviços essenciais) — onde o passado de qualidade tende a se repetir.

    Quando o modelo falha

    Quando se olha um único ano: qualidade Buffett é sobre CONSISTÊNCIA de muitos anos, não um retrato. Um ROE alto num ano isolado não prova vantagem durável.

    Como interpretar

    Tratamos como APROXIMAÇÃO declarada: os proxies (ROE, margem, dívida) sugerem qualidade, mas não capturam o que Buffett mais valoriza — a vantagem competitiva durável e a confiança na gestão, que não cabem num número.

    Limitação

    Qualidade alta não diz nada sobre PREÇO: pode-se pagar caro demais por um ótimo negócio. E os proxies de um ano não provam durabilidade — só o histórico longo prova.

    Aplicação nesta empresa

    O modelo Qualidade (estilo Buffett) usa ROE, margem líquida e dívida, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Piotroski F-Score

    A saúde financeira desta empresa está melhorando ou piorando de um ano para o outro?

    O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Quem criou

    Joseph Piotroski

    Problema que resolve

    Piotroski queria separar, entre empresas aparentemente baratas, as que estavam realmente melhorando das que eram baratas porque iam mal.

    Como calcula

    Soma 9 sinais binários (1 ponto cada) em três grupos: rentabilidade (lucro positivo, fluxo de caixa operacional positivo, ROA subindo, caixa maior que o lucro), alavancagem/liquidez (dívida caindo, liquidez corrente subindo, sem emissão de ações) e eficiência (margem bruta subindo, giro do ativo subindo). Nota de 0 a 9.

    Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

    Quando funciona

    Como filtro de qualidade DENTRO de uma cesta de ações baratas (P/VP baixo): separa as que estão se recuperando das armadilhas de valor. Foi para isso que Piotroski o construiu.

    Quando o modelo falha

    Como sinal isolado de compra (ele complementa, não substitui o preço). E em bancos e seguradoras, onde os 9 sinais — pensados para empresas operacionais — perdem o sentido.

    Como interpretar

    Nota alta (6+) indica saúde financeira em melhora no último exercício; nota baixa (0–2) indica deterioração. É um termômetro de TENDÊNCIA do balanço de um ano para o outro, não um preço nem um selo de qualidade — diz se a empresa está ficando mais ou menos sólida. Nós avaliamos 8 dos 9 sinais: o 9º (emissão de novas ações) exige a contagem histórica de ações, que as demonstrações da CVM não trazem.

    Limitação

    Exige duas demonstrações financeiras seguidas para comparar (variações ano-a-ano). É puramente contábil e retrospectivo: mede o que já aconteceu, não o futuro. Um ano isolado ruim numa empresa sólida derruba a nota — leia sempre como tendência do ano, não como veredito sobre o negócio.

    Aplicação nesta empresa

    O modelo Piotroski F-Score usa demonstrações de dois exercícios seguidos, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Altman Z-Score

    Qual o risco de esta empresa entrar em insolvência (quebrar) nos próximos anos?

    O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Quem criou

    Edward Altman

    Problema que resolve

    Altman buscou um único número que sinalizasse, com antecedência, a probabilidade de falência — antes que o problema ficasse óbvio no balanço.

    Como calcula

    Combina indicadores de balanço em pesos calibrados. A versão para mercados emergentes (Z'') usa: capital de giro/ativos, lucros retidos/ativos, EBIT/ativos e patrimônio/passivo total. Acima de uma faixa = zona segura; abaixo = zona de alerta.

    Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

    Quando funciona

    Em empresas industriais e operacionais de capital intensivo, para acender uma luz amarela ANTES da crise — o uso clássico e validado do modelo. Usamos a variante Z'' que o próprio Altman recomenda para mercados emergentes.

    Quando o modelo falha

    Em bancos, seguradoras e empresas financeiras, cuja estrutura de balanço é completamente diferente da que o modelo pressupõe.

    Como interpretar

    Faixas do Z'': acima de 2,6 = zona segura; entre 1,1 e 2,6 = zona cinzenta (atenção); abaixo de 1,1 = zona de alerta. Z alto = baixo risco de insolvência. É um medidor de SOLVÊNCIA e fragilidade financeira — não diz nada sobre preço nem sobre qualidade do negócio.

    Limitação

    Calibrado para empresas não-financeiras; usa a variante Z'' por setor e país. Usa o balanço do último exercício fechado: uma piora muito recente pode ainda não ter aparecido nos números.

    Aplicação nesta empresa

    O modelo Altman Z-Score usa itens de balanço (capital de giro, lucros retidos, ativos), fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    PEG (estilo Peter Lynch)

    O preço desta ação está alinhado ao ritmo de crescimento dos seus lucros?

    O modelo PEG (estilo Lynch) usa a cotação de mercado para o P/L — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Quem criou

    Peter Lynch

    Problema que resolve

    Lynch percebeu que um P/L "alto" pode ser justo se a empresa cresce rápido — e um P/L "baixo" pode ser caro se ela não cresce. O PEG corrige o P/L pelo crescimento.

    Como calcula

    PEG = P/L ÷ taxa de crescimento anual do lucro (g, em %). Regra de bolso de Lynch: PEG próximo de 1 é equilíbrio; abaixo de 1, o preço acompanha (ou fica atrás do) crescimento; acima de 1, o preço corre na frente.

    Os números entram quando o dado estiver no registro — acima, como o cálculo funciona.

    Quando funciona

    Em empresas de crescimento consistente e previsível, onde dá para estimar uma taxa (g) confiável — o terreno onde Lynch construiu seu histórico.

    Quando o modelo falha

    Quando o crescimento é instável ou impossível de estimar, ou quando a empresa não cresce (g zero ou negativo torna o PEG sem sentido).

    Como interpretar

    PEG perto de 1 sugere preço e crescimento em equilíbrio pela régua de Lynch; quanto menor, mais o preço acompanha o crescimento. É uma lente sobre o P/L, não um veredito final.

    Limitação

    Depende inteiramente da estimativa de crescimento (g) — mude o g e o PEG muda tudo. Ignora dívida, qualidade e dividendos. Não funciona em empresas que não crescem.

    Aplicação nesta empresa

    O modelo PEG (estilo Lynch) usa a cotação de mercado para o P/L — atualiza automaticamente, fonte que estamos conectando (cotação e proventos da B3). Enquanto isso, veja abaixo como ele funciona.

    Conteúdo educacional. Os selos aplicam fórmulas públicas a números datados e não são recomendação de compra ou venda. Mesma empresa, mesma data e mesma fórmula produzem sempre o mesmo selo.

    📊 Qualidade dos dadosAtualizado: 28/07/2026
    Dados CVM★★★★★sem demonstração CVM
    Mercado★★★★★cotação e múltiplos · dados de mercado com atraso
    Narrativa★★★★★editorial
    Notas explicativas★★★★ingestão estruturada em roadmap
    Eventos★★★★fatos relevantes em roadmap
    Cada bloco da página informa a própria fonte e competência. Só publicamos após os testes de integridade dos dados.

    Rendimentos

    A IVVB11 é um ETF que ACUMULA — e isto é uma diferença central em relação a FIIs ou ETFs de dividendos. Na prática, seu dividend yield é próximo de zero: os poucos proventos que as empresas do S&P 500 pagam são reinvestidos dentro da estrutura do fundo, em vez de caírem na conta do cotista. Ou seja, o investidor não recebe "renda mensal" — o retorno aparece quase todo na valorização da cota ao longo do tempo. Isso torna a IVVB11 um ativo de crescimento de patrimônio, não de geração de renda. Quem busca proventos recorrentes precisa olhar outro tipo de ativo (como os FIIs, que pagam rendimento mensal) — vale lembrar que o BOVA11, o ETF de Ibovespa, também acumula os proventos em vez de distribuí-los.

    Crescimento

    O "crescimento" de um ETF de índice não vem de expandir um negócio, e sim do desempenho de longo prazo do índice que ele segue. Historicamente, o S&P 500 apresentou valorização relevante ao longo de décadas, acompanhando o crescimento das maiores empresas americanas — mas com quedas fortes em crises (2008, 2020, entre outras). Para o investidor brasileiro na IVVB11, esse desempenho ainda é multiplicado pela variação do dólar. Nada disso é projeção: resultados passados não garantem resultados futuros, e o câmbio pode tanto ampliar quanto reduzir o retorno em reais. O ponto didático é: aqui você acompanha um índice e uma moeda, não uma empresa.

    Quem controla a empresa

    ControladorFundo de índice de condomínio aberto, sem "dono" — as cotas são negociadas em Bolsa. A gestão é da iShares/BlackRock, a maior gestora de ETFs do mundo.
    Free float100% das cotas em circulação na B3 (fundo de cotas, sem controlador).
    • Gestora: BlackRock (marca iShares) — líder global em ETFs, responsável por manter o fundo aderente ao S&P 500.
    • Estrutura: o fundo brasileiro investe majoritariamente em cotas de um ETF estrangeiro que replica o índice (fundo "que investe no exterior").
    • Taxa de administração: ≈ 0,23% ao ano sobre o patrimônio (fontes citam 0,23%–0,24%). É o custo da gestão passiva — sempre confira a taxa vigente no regulamento e na página oficial da iShares.
    • Para o cotista: você é dono de uma fatia de um índice inteiro, gerido por regras (não por palpite). A qualidade aqui é medida por baixo custo e baixa divergência em relação ao índice (tracking error).

    Concorrentes

    nível: raio-x
    BOVA11 (iShares Ibovespa) — ETF que replica o Ibovespa (bolsa brasileira, em reais, SEM exposição a dólar) e, como a IVVB11, acumula os proventos em vez de distribuí-los. É o "irmão nacional" da IVVB11.
    Fundos cambiais / fundos de dólar — Buscam expor o investidor ao dólar, mas normalmente sem a bolsa americana embutida. A IVVB11 entrega câmbio E ações dos EUA no mesmo produto.
    Investir direto no exterior (BDRs / conta lá fora) — Comprar o ETF americano original ou BDRs dá exposição semelhante, com outras regras de custo, tributação e operação.
    ExposiçãoCâmbio (dólar)Proventos
    IVVB11S&P 500 (500 maiores dos EUA), em reaisTotal, SEM hedge (a favor e contra)Acumula — quase não paga (DY ≈ 0%)
    BOVA11Ibovespa (bolsa brasileira)Nenhuma (ativos em reais)Acumula (não distribui)
    Fundo cambialSó o dólar (sem ações dos EUA)Total (é o objetivo do fundo)Varia conforme o fundo

    Imposto de Renda: como declarar

    nível: avançado

    Regras vigentes em 2026 — a tributação de ETFs pode mudar; confirme na Receita/seu contador.

    • Ganho de capital na venda: o lucro é tributado em 15% (alíquota de ETF de renda variável). NÃO existe a isenção de R$ 20 mil/mês em vendas que vale para ações — qualquer lucro, por menor que seja, é tributável.
    • A responsabilidade de apurar e pagar o imposto é do investidor: DARF até o último dia útil do mês seguinte à venda com lucro.
    • Como a IVVB11 ACUMULA (quase não paga proventos), na prática o imposto costuma incidir só quando você vende com ganho — não há um fluxo de rendimentos mensais tributáveis como em alguns fundos.
    • Na declaração anual: cotas em Bens e Direitos (grupo de fundos/ETF), pelo custo de aquisição. Vendas com lucro precisam ser apuradas mês a mês.

    Perguntas frequentes

    A IVVB11 protege do dólar?

    Parcialmente e nos dois sentidos. Como não tem hedge, sua cota carrega 100% da variação do dólar: se o real se desvaloriza (dólar sobe), a cota tende a subir e sua carteira ganha proteção cambial. Mas o inverso também vale — se o dólar cai, isso trabalha contra você. Ela dá exposição ao dólar, não uma proteção garantida.

    A IVVB11 tem hedge cambial?

    Não. A IVVB11 NÃO faz hedge. Você fica totalmente exposto à variação do dólar, o que é ao mesmo tempo o diferencial (diversificação em moeda forte) e um risco (o câmbio pode desfazer o ganho das ações). Existem outros produtos com hedge para quem quer só a bolsa americana sem o efeito do câmbio.

    A IVVB11 paga dividendos?

    Praticamente não. Ela ACUMULA: reinveste internamente os poucos proventos das empresas do S&P 500 em vez de distribuir ao cotista. O dividend yield é próximo de zero. Seu ganho vem da valorização da cota, não de renda mensal. Para renda passiva, ela não é o ativo indicado.

    Qual a diferença entre IVVB11 e BOVA11?

    IVVB11 replica o S&P 500 (bolsa dos EUA) e traz exposição a dólar embutida, mas acumula (quase não paga proventos). BOVA11 replica o Ibovespa (bolsa brasileira), é em reais sem efeito do câmbio, e também acumula os proventos (não distribui). São exposições geográficas e cambiais opostas — muitos investidores usam as duas para diversificar entre Brasil e EUA.

    Como funciona a tributação da IVVB11?

    O ganho na venda é tributado em 15%, e — atenção — NÃO existe a isenção de R$ 20 mil/mês que vale para ações. Qualquer lucro na venda é tributável, com DARF até o último dia útil do mês seguinte. Como ela acumula, na prática o imposto costuma aparecer só quando você vende com ganho. Confirme as regras vigentes com um contador.

    Comprar IVVB11 é apostar só na bolsa americana?

    Não — são duas apostas ao mesmo tempo: no S&P 500 (as empresas americanas) E no dólar contra o real. Por isso é possível ter a bolsa dos EUA subindo e ainda assim ver a cota andar de lado se o dólar cair muito, e vice-versa. Entender esse "duplo motor" é o essencial da IVVB11.

    Existe risco de "comprar dólar caro" na IVVB11?

    Sim, e é um risco real. Se você compra quando o dólar já está muito alto, uma eventual queda do câmbio pode anular a valorização das ações americanas. O câmbio não é só um bônus — é uma variável que pode virar contra o investidor que entrou num momento de real muito desvalorizado.

    A IVVB11 é um bom investimento?

    Depende do seu objetivo, prazo e tolerância ao risco — e isto não é recomendação. É uma forma simples e barata de diversificar em empresas americanas e em dólar, mas sem renda (acumula) e com risco de mercado e cambial nos dois sentidos. O essencial é entender que você está comprando um índice E uma moeda, e ver como isso se encaixa no seu plano.

    Fundos parecidos

    Notícias e fatos relevantes

    Notícia mexe no preço no curto prazo — mas o que muda a TESE são os fatos relevantes que a empresa é obrigada a publicar (resultados, dividendos, mudanças de comando). Antes de reagir a manchete, confira a fonte oficial.

    💡 Regra da casa: notícia contextualiza — quem decide é o seu método e o seu plano.

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    Do estudo à prática

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    Conteúdo educacional — não é recomendação de investimento.

    Fontes e transparência

    Conteúdo educacional produzido pelo Meta de Rico — rascunho assistido por IA, revisado por humano antes de publicar. Atualizado em 2026-07-05.

    Conteúdo educacional do Meta de Rico — não é recomendação de investimento. Indicadores e gráficos são aproximados; confirme os números atuais nas fontes oficiais. Faça sua própria análise e considere seu perfil.